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Título: A inclusão educacional dos surdos nas séries iniciais do ensino fundamental
Autor(es): Montenegro, Maria Eleusa
Ribeiro, Denise Daiane Freire Ferreira
Palavras-chave: inclusão
deficiência auditiva
formação de professores
Data do documento: 2005
Resumo: A escolha desse tema foi fruto de contato com adolescentes e adultos surdos que apresentavam déficit na escrita e queixavam-se dos métodos utilizados para a educação nas séries iniciais do ensino fundamental. Com o propósito de investigar a inclusão dos surdos e a formação do professor em sua prática docente, foram abordados temas como o histórico da educação inclusiva no Brasil e no mundo; a Lei de Diretrizes e Bases; o Estatuto da Criança e do Adolescente; os Parâmetros Curriculares Nacionais; o histórico da educação dos surdos; os conceitos de deficiência auditiva; a língua de sinais e a aquisição da escrita, as relações entre pensamento e linguagem; e as filosofias de ensino para surdo como: o oralismo, o bilingüismo e a comunicação total. A abordagem metodológica foi de caráter qualitativo, com a tentativa de explicar os dados obtidos, através de entrevistas, sem a mensuração quantitativa de características ou comportamento. Teve-se como público-alvo os professores de alunos surdos. As categorias escolhidas foram: concepções de educação inclusiva; adequação da escola; capacitação dos professores; e o conhecimento das filosofias de ensino para surdos. Os dados dos professores levaram à conclusão de que a educação inclusiva tem conseguido inserir o aluno surdo no contexto social, mesmo não sendo uma tarefa fácil. Eles acreditam que o aluno surdo está mais incluso socialmente, que educacionalmente e que a modificação mais importante, a ser realizada na escola, não seria no espaço escolar, mas a formação / informação e conscientização das pessoas incluídas no processo educacional do surdo. Uma outra modificação seriam salas de apoio voltadas à especificidade do aluno, uma vez que essa não beneficiaria apenas o aluno surdo, mas a todos os outros, pois estimularia o aprendizado pela linguagem visual. Os professores afirmaram que a capacitação é um fator primordial para o bom atendimento dessa clientela, julgando necessário o conhecimento da especificidade de cada aluno. Afirmaram, também, que não há um incentivo do governo para a formação ou aperfeiçoamento. Quanto ao que diz respeito às filosofias de ensino adotadas para o ensino do surdo, os professores disseram conhecer todas, mas a escolha da filosofia quem faz é família; a escola e os professores apenas se encarregam de dar continuidade ao que os pais planejaram e acreditam ser o melhor para seu filho. Com isso, pode-se concluir que o exercício da educação inclusiva deve ser compartilhado com a escola e com o professor e, cada qual, deve ter consciência do seu papel na construção da formação educacional de seu aluno, bem como a sua inserção na sociedade, uma vez que há ineficiência de políticas públicas em relação ao tema abordado.
URI: http://hdl.handle.net/235/6830
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