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dc.contributor.advisorQueiroz, Morganapt_BR
dc.contributor.authorSchavaren, Márciapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T18:08:23Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:57:10Z-
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T18:08:23Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:57:10Z-
dc.date.issued2008-12pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/123456789/2685-
dc.description.abstractO câncer é uma doença antiga e complexa que acomete pessoas de todos os lugares do mundo, de qualquer sexo ou nível social. Apesar dos avanços científicos e tecnológicos, o conceito desta mazela ainda está vinculado à idéia de morte, o que, geralmente, acarreta às pessoas sofrimento de ordem física, emocional e social. Frente a este quadro, cada vez mais profissionais da área de saúde mobilizam-se em busca de estratégias para amenizar esta dor. Neste cenário surge a psiconcologia, que tem como principal objetivo promover o bem-estar psicossocial destes pacientes bem como das pessoas envolvidas neste processo. Assim, considerando a individualidade na forma de adoecer e, estar saudável de cada indivíduo, o que, pode ser perceptível pelo sentido atribuído aos eventos por ele vivenciado, este trabalho tem como objetivo refletir sobre as narrativas de uma pessoa com câncer. A metodologia utilizada foi a pesquisa qualitativa. Foram realizadas duas entrevistas semi-estruturadas, abordando a experiência vivenciada do adoecer, trabalhada pela Análise de Conteúdo de Bardin (2002). O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Resultados: Foram identificadas as seguintes categorias temáticas: ambivalência no discurso sobre a doença, percepções acerca da família, sentimentos de medo e rejeição. Conclusão: constatou-se que a experiência com o câncer trouxe mudanças significativas na vida da participante, entre os quais, ela passou a compartilhar seus dias com sentimentos de: negação, rejeição, angustia e medo. Sentimentos que se devem entre outras causas às crenças e os estigmas que tem acompanhado o câncer ao longo da História. Sugestões: realização de mais pesquisas junto a pacientes adultos com leucemia em virtude de não existirem muitos trabalhos sobre o tema. Constatou-se que este assunto é inesgotável, ou seja, as pessoas são únicas. Assim é preciso que elas sejam vistas a partir da sua singularidade. Não se pode generalizar o resultado de uma pesquisa como “a” experiência de viver com câncer, entretanto, podemos configurá-la como uma das possibilidades abertas ao existir com câncer.-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2013-05-09T20:57:10Z (GMT). No. of bitstreams: 2 20436226.pdf.txt: 99283 bytes, checksum: a61f2542d774088db7edd34744e8f91f (MD5) 20436226.pdf: 275114 bytes, checksum: 56ff5cbf41b614568dac5bdf25b0ea7f (MD5) Previous issue date: 2008-07en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCâncer-
dc.subjectDoença-
dc.subjectSentimento-
dc.subjectExperiência-
dc.titleVivendo com o câncer: reflexões a partir de narrativapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.date.criacao2008-12pt_BR
Appears in Collections:PSI - Graduação

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