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dc.contributor.advisorMedeiros, Carlos Augusto dept_BR
dc.contributor.authorSousa, Anna Paula da Silvapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T18:08:27Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:57:13Z-
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T18:08:27Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:57:13Z-
dc.date.issued2009-07pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/123456789/2708-
dc.description.abstractO presente estudo tem como objetivo investigar o efeito de regras e auto-regras como forma de intervenção terapêutica. Foram observados terapeutas que emitem regras – instruções, conselhos, avisos – e terapeutas que criam contingências para que seus clientes formulem auto-regras, ou seja, por meio de uma cadeia de perguntas abertas levam os indivíduos a elaborarem descrições verbais das contingências a que estão expostos. Estudos empíricos apontam que respostas verbais modeladas apresentam mais sensibilidade às contingências e são acompanhadas pelas respostas não-verbais correspondentes com mais freqüência. Assim, torna-se possível modificar um padrão de respostas não-verbais modelando as respostas verbais correspondentes. Há também indícios de que as pessoas tendem a ficar mais sob controle das regras elaboradas por elas mesmas do que por aquelas emitidas por outras pessoas. Diante disso, foi investigado se os participantes seguiriam mais as regras formuladas por eles mesmos – auto-regras – ou aquelas emitidas pelos terapeutas. A problemática da pesquisa levou a uma discussão entre os conceitos de autoconhecimento e autocontrole. Alguns autores defendem que o indivíduo que tem um amplo repertório de respostas de autoconhecimento, isto é, que discrimina e relata as variáveis controladoras de seu comportamento, tem melhores condições de manipular tais variáveis ambientais de maneira a alterar a emissão de seus próprios comportamentos. Em outras palavras, emitir respostas de autocontrole. Logo, foi investigado também se as descrições verbais emitidas pelos participantes levariam a modificações em seus padrões de respostas.-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2013-05-09T20:57:13Z (GMT). No. of bitstreams: 2 20509694.pdf.txt: 122231 bytes, checksum: 06a2eb3809cff12f435fbf33f27e2703 (MD5) 20509694.pdf: 1104386 bytes, checksum: 7116c505198e6822362f714e85f5416c (MD5) Previous issue date: 2009-07en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectRegra-
dc.subjectAutorregra-
dc.subjectProcesso terapêutico-
dc.subjectAutoconhecimento-
dc.subjectAutocontrole-
dc.titleRegras versus autorregras: que tipos de regras são mais facilmente seguidos na clínica?pt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.date.criacao2009-11pt_BR
Appears in Collections:PSI - Graduação

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