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dc.contributor.advisorIsidro-Marinho, Geisonpt_BR
dc.contributor.authorMoreira, Sarah Limapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T18:07:44Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:57:37Z-
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T18:07:44Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:57:37Z-
dc.date.issued2006-05pt_BR
dc.identifier.citationMOREIRA, Sarah Lima. Análise comportamental da fé. 2006. 38 f. Monografia (Graduação em Psicologia) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2006-
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/123456789/2902-
dc.description.abstractNa linguagem comum, emprega-se o termo “fé” para diferentes situações. Para muitas pessoas hoje, não ter fé é como andar sem objetivo, no mar de dúvidas e incertezas. A fé diz respeito à ligação com os fins visados, mas não ainda experimentados. É uma força tanto particularizante quanto generalizante, sendo portanto, uma dimensão complementar da experiência humana manifestando-se em todos os âmbitos da vida da pessoa: o individual, o de grupo e o social. O termo é usado em muitas acepções que podem ser divididas em profanas e religiosas, podendo ser de três tipos: fé humana, que é construída ao longo da existência à partir de sinais de credibilidade ou desconfiança; fé religiosa (que só é possível com a existência da fé humana) que implica a ligação com um mundo divino como sendo uma esfera, clima, aura que envolve, sendo característico o “crer totalmente” mesmo que não haja nenhuma referência à um Deus; e quando significa a pessoa de Deus a fé religiosa torna-se teologal, pois existe um Deus pessoal e que se comunica com a humanidade não simplesmente por meio do cosmo e do eu, mas sim, com a pessoa de Deus por meio de palavras. Na postura behaviorista radical, a análise do comportamento permite a observação dos ajustamentos e dos estímulos que geram ou reforçam o “ter fé”, sendo que o comportamento enfatiza implicações empíricas, podendo suas suposições serem avaliadas pela sua capacidade de gerar experimentações e interpretações que subsidiem formas mais daptadas de agirmos no mundo, sendo todas as ocorrências, relacionadas entre si. Nessa perspectiva, é possível examinar o conceito fé não somente como um assentimento subjetivo por parte de quem quer alcançar a graça desejada, mas como uma força que leva o homem à ação, à vontade de mudar. A fé toma significado quando o homem começa a dar direção às suas atitudes. Se o conteúdo de uma fé são experiências vividas pelas pessoas, esse fato permite com que a psicologia se pronuncie sobre o assunto, explorando essas vivências, e através delas, os "objetos” a que se referem.-
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2013-05-09T20:57:37Z (GMT). No. of bitstreams: 2 20176139.pdf.txt: 76516 bytes, checksum: 47dbf5f81c0b52ef4dacbe1ac48ae245 (MD5) 20176139.pdf: 180714 bytes, checksum: 465f62dd0d16878fb221943df32fcd1d (MD5) Previous issue date: 2006-01en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subject-
dc.subjectAnálise do comportamento-
dc.subjectImplicação empírica-
dc.subjectAtitude-
dc.subjectForça-
dc.subjectVivência-
dc.titleAnálise comportamental da fépt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.date.criacao2006-05pt_BR
Appears in Collections:PSI - Graduação

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