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https://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/prefix/17653
Full metadata record
DC Field | Value | Language |
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dc.contributor.author | Amoroso, Marcelo Henrique Ribeiro | - |
dc.contributor.author | Silva, Christiane Nazareth | - |
dc.contributor.author | Cabrero, Gabriela Veiga de Castro | - |
dc.contributor.author | Rabelo, Lívia Helene da Costa | - |
dc.contributor.author | Teixeira, Victor Siqueira | - |
dc.contributor.author | Sousa, Daniel Amaro | - |
dc.date.accessioned | 2025-04-26T14:25:55Z | - |
dc.date.available | 2025-04-26T14:25:55Z | - |
dc.date.issued | 2024 | - |
dc.identifier.citation | AMOROSO, Marcelo Henrique Ribeiro et al. Picada de animais peçonhentos: uma análise epidemiológica entre os anos de 2013 a 2023. Revista de Acadêmicos e Egressos da Medicina: RaMED, Brasília, v. 2, n. 1, 2024. | pt_BR |
dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/prefix/17653 | - |
dc.description.abstract | Os acidentes ocasionados por animais peçonhentos constituem problema de Saúde Pública no Brasil, tendo em vista a gravidade das lesões fisiopatológicas dose-dependentes provocadas pela picada. Nesse sentido, o presente estudo investiga a incidência de acidentes por animais peçonhentos no Brasil entre os anos de 2013 a 2023. O objetivo da pesquisa é analisar os dados epidemiológicos desses acidentes, com foco na distribuição geográfica e características demográficas das vítimas. A metodologia inclui uma análise exploratória da base de dados DATASUS, além de uma revisão integrativa da literatura complementar com trabalhos entre os anos de 2018 a 2024. Os dados foram organizados em planilhas para análise e, em seguida, expostas em gráficos. Os resultados da pesquisa mostraram um total de 2.605.369 casos notificados no período entre 2013 a 2023, com maior incidência nas regiões Nordeste e Sudeste. Ademais, as serpentes foram responsáveis por cerca de 57% dos casos, seguidas pelas aranhas e escorpiões. A partir da análise demográfica, foi mostrado que os indivíduos do sexo masculino e na faixa de 20 a 39 anos representam o grupo de maior incidência de acidentes por picada de animais peçonhentos no período analisado. Além disso, a maioria dos casos resultou em cura, entretanto há registros de sequelas e óbitos. Em suma, a análise epidemiológica dos acidentes por picada de animais peçonhentos no Brasil entre 2013 e 2023 revelou uma tendência preocupante de aumento nos casos notificados. O estudo destaca a necessidade de melhorias nos sistemas de notificação, bem como o fortalecimento de políticas públicas para a prevenção e tratamento eficazes. | pt_BR |
dc.description.provenance | Submitted by Valéria Santos (valeria.santos@uniceub.br) on 2025-04-26T14:25:55Z No. of bitstreams: 1 Artigo 08.pdf: 299241 bytes, checksum: 670dd232f2134cf2c67b8e7cc26f8236 (MD5) | en |
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dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
dc.subject | Animais venenosos | pt_BR |
dc.subject | Epidemiologia | pt_BR |
dc.subject | Sistemas de Informação em Saúde | pt_BR |
dc.title | Picada de animais peçonhentos: uma análise epidemiológica entre os anos de 2013 a 2023 | pt_BR |
dc.type | Artigo | pt_BR |
dc.date.criacao | 2024 | - |
Appears in Collections: | Revista de acadêmicos e egressos da Medicina - RAMED - v. 2, n. 1, 2024 |
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