O pessoal é internacional: feminismo negro e relações internacionais

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A presente pesquisa científica trata sobre revelar as conexões existentes entre o Feminismo Negro e as Relações Internacionais, através da Sociedade Civil Global. Analisando a trajetória da entrada do Feminismo nas Relações Internacionais, suas principais críticas e vertentes à construção androcêntrica do discurso da disciplina preocupando-se fundamentalmente em desafiar o viés masculinista a partir dos quais se estruturavam as premissas centrais e conceitos do campo. Ademais, é apresentado o surgimento do Feminismo Negro, como teoria, nos Estados Unidos, a partir da Segunda Onda Feminista, pois através do movimento dos direitos civis iniciou-se o processo de consciência da mulher negra. Logo em seguida, o movimento se expandiu, chegando no Brasil. Com o advento da globalização e o reconhecimento de novos atores, a sociedade civil conquista sua voz frente a comunidade internacional, formando redes e participando de fóruns e encontros internacionais, construindo a sociedade civil global e nesse sentido o Feminismo Negro, se torna um movimento transnacional.

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VIANA, Laila Gleyce Santos. O pessoal é internacional: feminismo negro e relações internacionais. 2016. 73 f. Monografia (Graduação). Faculdade de Ciências Jurídicas e Ciências Sociais. Centro Universitário de Brasília. Brasília. 2016.

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