A influência da atenção primária à saúde no cuidado de portadores de paralisia cerebral no Brasil

dc.contributor.authorBrandão, Luísa de Melo
dc.contributor.authorQueiroz, Guilherme Nascimento
dc.contributor.authorDias, Cristiano Hoff Britto
dc.contributor.authorDias, Catharina Hoff Britto
dc.contributor.authorGalvão, Anna Luiza Zapalowski
dc.contributor.authorMonteiro, Gabriella Nataly Teixeira
dc.contributor.authorRocha, Samanta Hosokawa Dias de Nóvoa
dc.date.accessioned2024-01-19T15:43:46Z
dc.date.available2024-01-19T15:43:46Z
dc.date.criacao2023
dc.date.issued2023
dc.description.abstractA paralisia cerebral faz parte de um grupo de distúrbios do movimento e postura com limitação de atividade atribuída a desordens não progressivas que ocorrem na fase do desenvolvimento do cérebro infantil. Este estudo objetivou a análise das políticas e diretrizes nacionais para o atendimento da pessoa com paralisia cerebral infantil e sua relação com a atuação da Estratégia de Saúde da Família (ESF) no acompanhamento integral de saúde e no contexto de morbimortalidade. Trata-se de um estudo ecológico retrospectivo quantitativo, a partir da coleta de dados do SIM/SUS/DATASUS/MS e-Gestor AB do período entre 1996 a 2019. Observouse que as ESF do Brasil são responsáveis pela cobertura de 63,62% da população do país. Em relação a cobertura da ESF, a macrorregião brasileira que apresentou maior cobertura foi a região Nordeste com 82,33% do seu território, seguido pela região Centro-Oeste, com 65,29%, sendo a região Sudeste a com a menor cobertura, de 50,99% de sua população. A maior mortalidade por tal patologia foi vista nas regiões Sudeste e Nordeste. Tal fato demonstra que a porcentagem da população atendida pela Estratégia de Saúde da família em uma região não apresentou relação direta com a redução da mortalidade por paralisia cerebral no Brasil, resultado que difere do esperado. Dessa forma, conclui-se que não apenas a quantidade de pessoas atendidas é determinante para tal taxa, mas também a qualidade do atendimento e a inserção dos pacientes ao contexto social em que vivem são fatores relevantes para melhor prognóstico desses pacientes.pt_BR
dc.identifier.citationBRANDÃO, Luísa de Melo et al. A influência da atenção primária à saúde no cuidado de portadores de paralisia cerebral no Brasil. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v. 6, n. 5, p. 20592-20608, set./out. 2023.pt_BR
dc.identifier.issn2595-6825
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/17031
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectParalisia cerebralpt_BR
dc.subjectAtenção primária à saúdept_BR
dc.subjectEstratégia de Saúde da Família (ESF)pt_BR
dc.titleA influência da atenção primária à saúde no cuidado de portadores de paralisia cerebral no Brasilpt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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