Ecofisiologia e anatomia foliar de Dalbergia miscolobium Benth em duas fitofisionomias do cerrado
| dc.contributor.advisor | Franco, Augusto César | pt_BR |
| dc.contributor.advisor | Bizerril, Marcelo Ximenes. A. | |
| dc.contributor.author | Gomes, Liziane de Oliveira | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-30T14:26:28Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T20:41:09Z | |
| dc.date.available | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.available | 2012-10-30T14:26:28Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T20:41:09Z | |
| dc.date.criacao | 2003 | pt_BR |
| dc.date.issued | 2003 | pt_BR |
| dc.description.abstract | Os cerrados do Brasil Central apresentam várias fitofisionomias distintas na composição e predominância dos estratos herbáceo e arbustivo-arbóreo. O objetivo deste estudo foi avaliar a germinação, estabelecimento e desenvolvimento de Dalbergia miscolobium Benth e comparar a anatomia foliolar de indivíduos jovens dessa espécie, em duas fitofisionomias típicas do cerrado, o campo sujo e o cerrado sensu stricto. O experimento foi implantado em 29/10/1999 durante a estação chuvosa na Fazenda Experimental da UnB. As sementes de foram plantadas nas duas fitofisionomias, sendo vistoriadas mensalmente, onde foram observados altura, número de folhas, diâmetro e herbivoria. Para os cortes anatômicos, folhas adultas de indivíduos foram amostradas de cinco plantas no Cerrado sensu stricto e dez no Campo Sujo e cinco plantas de cada ambiente para a análise estomática. Os resultados mostraram que a emergência foi baixa com 32% no campo sujo e 38% no cerrado sensu stricto e, das plantas que germinaram, apenas 26% e 19% permaneceram vivas após 3 anos e 9 meses respectivamente nas duas fitofisionomias. A planta perdeu suas folhas na época seca e atingiu o máximo número de folhas no período chuvoso, com média de 6 folhas no campo sujo e 5 no cerrado sensu stricto e com comprimento médio, em torno de 20,9 e 14,31 cm em campo sujo e cerrado sensu stricto respectivamente. A herbivoria esteve oscilando entre 0 e 0,63 % nas duas fitosionomia, rebrotando rapidamente com o início da estação chuvosa. As medidas realizadas da anatomia apresentaram diferenças significativas. Portanto, D. miscolobium mostrou capacidade de se estabelecer nos dois ambientes e apresenta adaptações anatômicas distintas no cerrado e campo sujo, que podem estar relacionadas às diferenças de intensidades luminosas nesses ambientes e/ou de diferenças de exposição ao déficit hídrico. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2377 | |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.subject | Dalbergia miscolobium | |
| dc.subject | Anatomia foliar | |
| dc.subject | Fator ambiental | |
| dc.subject | Cerrado | |
| dc.subject | Ecofisiologia | |
| dc.title | Ecofisiologia e anatomia foliar de Dalbergia miscolobium Benth em duas fitofisionomias do cerrado | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
Files
Original bundle
1 - 1 of 1