A poética da imagem de Yasujiro Ozu
| dc.contributor.advisor | Silveira, Érico da | pt_BR |
| dc.contributor.author | Anno, Marcia Nagai | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-30T15:12:59Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T20:11:07Z | |
| dc.date.available | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.available | 2012-10-30T15:12:59Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T20:11:07Z | |
| dc.date.criacao | 2005-01 | pt_BR |
| dc.date.issued | 2005-01 | pt_BR |
| dc.description.abstract | Samuel Beckett analisou a obra de Marcel Proust a partir de três pontos: o tempo, o hábito e a memória. O hábito nos embrutece para que possamos suportar a dor de uma vida que se sabe finita, a memória recupera o passado de maneira seletiva, e “na melhor das hipóteses, tudo o que se der no tempo (todo produto do tempo), seja na arte ou na vida, só poderá ser possuído sucessivamente, por uma série de anexações parciais e nunca integralmente, de uma só vez” (BECKETT, 2003: 16). A obra do cineasta Yasujiro Ozu, paralelamente ao trabalho de Proust, também abordou a noção da atemporalidade. Os espaços descontínuos e autônomos, o vazio e o silêncio encontrados em seus filmes podem ser considerados situações óticas e sonoras puras de acordo com a teoria da imagem-tempo formulada por Gilles Deleuze. A presente monografia apresentará os resultados de um estudo que buscou apontar as características que levaram Deleuze a afirmar que Ozu foi um dos primeiros a fazer uso da imagem-tempo na sétima arte. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/1822 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.title | A poética da imagem de Yasujiro Ozu | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
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