Utilização de moluscos gastrópodes na ecotoxicologia: uma interessante alternativa para avaliação dos efeitos de substâncias químicas sobre organismos aquáticos
| dc.contributor.author | Oliveira-Filho, Eduardo Cyrino | |
| dc.date.accessioned | 2016-08-26T18:10:23Z | |
| dc.date.available | 2016-08-26T18:10:23Z | |
| dc.date.criacao | 2016-08-01 | |
| dc.date.issued | 2013 | |
| dc.description.abstract | A ecotoxicologia é a ciência responsável pelo estudo dos efeitos adversos das substâncias químicas sobre os ecossistemas e seus componentes. Nesse contexto, vários grupos de invertebrados já vêm de longa data sendo utilizados para avaliar a toxicidade aquática das substâncias químicas. Entre esses os microcrustáceos são os mais recomendados (ex. Daphnia sp.; Ceriodaphnia sp.) em protocolos nacionais e internacionais. Para a melhor escolha da espécie teste, aspectos biológicos são de grande relevância e relacionam-se principalmente a facilidade de manutenção dos organismos em condições controladas. Na década de 1990 a utilização de moluscos gastrópodes com fins ecotoxicológicos era praticamente inexistente, sobretudo pelo fato das principais espécies serem estudadas como alvo das substâncias químicas (moluscicidas). A partir da segunda metade dos anos 1990 os testes com caramujos começam a ser difundidos em vários países, com a valorização de espécies próprias de cada região, principalmente pela carência de organismos teste com hábito bentônico. Com o início dos anos 2000, e a divulgação dos efeitos nocivos das substâncias poluentes com propriedade de desregulação endócrina (DE), os gastrópodes começam a ser utilizados não mais para avaliação de efeitos letais, mas com o objetivo de se observar efeitos fisiológicos tais como reprodução e desenvolvimento embrionário. Desde então, a realização de ensaios com esses desfechos tem se apresentado extremamente inovadoras e com níveis de sensibilidade, às vezes, maiores do que aqueles realizados com os tradicionais grupos de organismos-teste em ecotoxicologia (microcrustáceos e peixes). Ensaios de toxicidade aguda com Biomphalaria sp. evidenciam maior resistência desses organismos à presença de substâncias químicas (DE, metais e pesticidas químicos e biológicos), enquanto que estudos de toxicidade crônica parecem ser mais promissores quanto à sensibilidade específica. Atualmente ainda não há um protocolo padronizado utilizando caramujos como organismo teste em ensaios ecotoxicológicos, mas atenta a algumas carências no contexto ecotoxicológico e a recentes publicações disponíveis, a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) criou um grupo de especialistas em toxicidade no ciclo de vida de moluscos e brevemente espera-se que tenhamos mais um campo de atuação bem definido para os malacologistas, a ecotoxicologia | pt_BR |
| dc.description.notas | Resumo de trabalho submetido e aceito no XXIII Encontro Brasileiro de Malacologia (2013) | pt_BR |
| dc.identifier.citation | OLIVEIRA-FILHO, Eduardo Cyrino. Utilização de moluscos gastrópodes na ecotoxicologia: uma interessante alternativa para avaliação dos efeitos de substâncias químicas sobre organismos aquáticos, 2013 | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/235/8886 | |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.title | Utilização de moluscos gastrópodes na ecotoxicologia: uma interessante alternativa para avaliação dos efeitos de substâncias químicas sobre organismos aquáticos | pt_BR |
| dc.type | Outros | pt_BR |
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