Briófitas: diversidade e importância
| dc.contributor.advisor | Bizerril, Marcelo Ximenes. A. | pt_BR |
| dc.contributor.advisor | Câmara, Eduardo Aguiar Saraiva | |
| dc.contributor.author | Pavin, Maria Elisa | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-30T14:27:31Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T20:41:26Z | |
| dc.date.available | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.available | 2012-10-30T14:27:31Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T20:41:26Z | |
| dc.date.criacao | 2001 | pt_BR |
| dc.date.issued | 2001 | pt_BR |
| dc.description.abstract | As briófitas representam o grupo de plantas mais antigo da face da Terra, o que explica serem tidas como pouco desenvolvidas. Por não possuírem vasos condutores, seu tamanho é diminuto, assim, não despertam o interesse de estudiosos, ocultando sua grande diversidade e importância. Na América do Norte há cerca de 315 gêneros e 1325 espécies de musgos, e 120 gêneros e 570 espécies de hepáticas e antóceros. O Brasil possui 3125 espécies distribuídas em 450 gêneros e 110 famílias. Estas vêm sendo utilizadas com grande sucesso, desde em paisagismo até no auxílio da compreensão de ciências, como a ecologia, por serem a base da cadeia alimentar dos mamíferos, por exemplo (Tan e Pócs, ). A grande ameaça às briófitas, entre outras, é a devastação de florestas que podem provocar a extinção de muitas espécies. Não havendo projetos significativos na preservação destas, o melhor que se tem para fazer é cuidar de seus habtats. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2472 | |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.title | Briófitas: diversidade e importância | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
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