A pirâmide eleitoral e a adoção do voto distrital para vereadores: o mecanismo viável a reduzir a fragmentação partidária

dc.contributor.authorBorges, Gabriel Augusto Mendes
dc.date.accessioned2019-01-14T16:16:17Z
dc.date.available2019-01-14T16:16:17Z
dc.date.criacao2017
dc.date.issued2017
dc.description.abstractO presente trabalho propõe a análise do sistema eleitoral brasileiro por uma estrutura em cadeia, a partir do entendimento de que ocorre a interação dos processos eletivos dos diversos cargos políticos. Por essa interpretação, é possível verificar que as eleições para vereadores, prefeitos, deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e presidente tendem a se influenciar mutuamente, de tal sorte que a alteração no procedimento eleitoral para vereadores poderia causar impactos nas eleições de todos os outros cargos nos diferentes níveis da federação. Haveria no sistema eleitoral em vigor, assim como na estrutura interna dos partidos, uma relação piramidal a envolver os postulantes aos mais diversos cargos eletivos. Essa constatação viabilizaria a construção do que se nomeou, nesta pesquisa, de “pirâmide eleitoral”, entendida como um mecanismo para descrever, juridicamente, as relações partidárias e eleitorais. Além disso, a pirâmide pode tornar-se essencial à realização de políticas públicas eleitorais destinadas a consolidar novos ajustes no sistema eleitoral pátrio, bem como pode conferir um diagnóstico preciso das eleições, necessário, inclusive, para se buscar a solução a uma questão que se tornou intrínseca ao formato das eleições nacionais, qual seja: a fragmentação partidária. Tendo em consideração a ideia de uma “pirâmide eleitoral”, o estudo vai adiante e analisa as teorias dos sistemas eleitorais criadas por Duverger, Nohlen, entre outros, e as consequências da distritalização do município de São Paulo para as eleições de 2012 e 2016, a partir da perspectiva do Projeto de Lei do Senado nº 25, de 2015. Este projeto tramita, atualmente, na Câmara dos Deputados e prevê a instituição do voto distrital (majoritário uninominal) em municípios com mais de 200 mil eleitores. Ao final, quer-se demonstrar, ainda, que o voto distrital para vereadores no Brasil é o mais adequado a suas atribuições.pt_BR
dc.identifier.citationBORGES, Gabriel Augusto Mendes. A pirâmide eleitoral e a adoção do voto distrital para vereadores: o mecanismo viável a reduzir a fragmentação partidária. 2017. 170 f. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2017.pt_BR
dc.identifier.orientadorHorbach, Carlos Bastidept_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/12776
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPirâmidept_BR
dc.subjectVoto distritalpt_BR
dc.subjectPolítica públicapt_BR
dc.subjectSistema eleitoralpt_BR
dc.subjectSistema majoritário uninominalpt_BR
dc.subjectVereadorpt_BR
dc.subjectZona eleitoralpt_BR
dc.subjectDemocraciapt_BR
dc.subjectOrganização do Estadopt_BR
dc.titleA pirâmide eleitoral e a adoção do voto distrital para vereadores: o mecanismo viável a reduzir a fragmentação partidáriapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR

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