Sustos com fantasmas: uma pesquisa sobre gerenciamento de crise exercido pela SEDEST apos denuncias veiculadas na mídia
| dc.contributor.advisor | Rocha, Beto | pt_BR |
| dc.contributor.author | Melo, Rafaela Cristinne de Andrade | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-30T15:12:34Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T20:11:01Z | |
| dc.date.available | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.available | 2012-10-30T15:12:34Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T20:11:01Z | |
| dc.date.criacao | 2007-01 | pt_BR |
| dc.date.issued | 2007-01 | pt_BR |
| dc.description.abstract | A tatuagem é uma forma de linguagem, um meio de comunicação pelo qual é possível expressar a identidade do indivíduo. Com o passar do tempo, a tatuagem foi ganhando novos significados e interpretações, variando de acordo com cada cultura. Com a diversidade cultural e a maneira que o homem se relaciona com seu próprio corpo, criou-se um mundo que varia do real ao imaginário, cujas modificações do corpo vêm adquirindo novos valores. Por meio dos símbolos marcados nos corpos, é possível analisar - mesmo que estereótipadamente - a personalidade do indivíduo. E é a partir da observação dos signos que é estabelecido uma interpretação, mesmo que equivocada perante o real sentido. Sinônimo de diferenciação, a tatuagem é um mecanismo de informação, mesmo que inconsciente, pois o desenho pode revelar algo omitido, ou que se torna explícito, variando conforme a percepção do interpretante. Cada símbolo tem um significado, seja ele pessoal ou social, onde se definem as “tribos” às quais o tatuado pertence, mesmo que este acredite não pertencer a nenhum grupo definido. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/1790 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.title | Sustos com fantasmas: uma pesquisa sobre gerenciamento de crise exercido pela SEDEST apos denuncias veiculadas na mídia | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
Files
Original bundle
1 - 1 of 1