Análise dos impactos do aumento do home office na incidência de dores lombares e na qualidade do sono em profissionais de Brasília, que adotam essa modalidade de trabalho

dc.contributor.authorVeiga, Samuel Brito
dc.contributor.authorRizzi, Gabriel Nogueira
dc.contributor.authorCruz, João Cassiano Lopes da
dc.contributor.authorMorejón, Luis Pedro Cerqueira
dc.contributor.authorMendonça, Matheus Henrique Corado
dc.contributor.authorFerreira, Pedro Otávio Ottoni
dc.contributor.authorJesus, Victor Hugo Policena de
dc.contributor.authorLuz, Pedro Enzo Camargo
dc.contributor.authorGomes, Guilherme Sabino Moura
dc.contributor.authorGalvão, Felipe Furlanetto Ramos
dc.contributor.authorMorgado, Pedro Figueiredo
dc.contributor.authorCardoso Júnior, Marcos Silva
dc.contributor.authorCunha , Bernardo
dc.contributor.authorAndrade, Ronaldo Adusumilli
dc.date.accessioned2026-07-27T19:36:30Z
dc.date.criacao2026
dc.date.issued2026
dc.description.abstractO objetivo deste estudo epidemiológico, observacional, analítico e transversal foi analisar os impactos do aumento da modalidade remota de trabalho, o home office, na incidência de dores lombares e na qualidade do sono em profissionais que adotam esse meio de trabalho. A pesquisa foi realizada por meio de uma entrevista semiestruturada, composta por 73 perguntas, distribuída por meio do sistema Google Formulários contendo 25 participantes (11 homens e 14 mulheres), sendo excluídos 6 com histórico de lesões traumáticas/doenças degenerativas. As perguntas do questionário referentes às dores lombares foram elaboradas com base no Nordic Questionnaire (KUORINKA et al., 1987). Já as perguntas referentes a qualidade do sono foram baseadas no questionário Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (BUYSSE et al., 1989) e na Escala de Sonolência de Epworth (JOHNS, 1991). Os resultados deste estudo revelaram impactos significativos do regime de home office na saúde musculoesquelética e na qualidade do sono dos participantes. De forma geral, observou-se que 70% dos entrevistados relataram episódios de dor lombar nos últimos 12 meses, com diferentes graus de severidade. Especificamente, 30% apresentaram dor por períodos de 1 a 7 dias, 20% relataram dor por 8 a 30 dias, enquanto 10% sofreram com dor quase diária. Vale destacar que 40% dos participantes não relataram qualquer desconforto significativo. A prática regular de atividade física emergiu como um importante fator protetor. Entre os participantes que realizavam pelo menos 3 horas semanais de exercício, 80% relataram ausência de dores ou apenas episódios leves (1 a 7 dias por ano), contrastando com 20% dos fisicamente ativos que apresentaram queixas mais persistentes. Esse achado reforça a importância da atividade física como estratégia de prevenção. Quanto ao tempo de exposição às telas, os dados mostraram uma clara correlação com problemas de saúde. Metade dos participantes (50%) permanecia mais de 10 horas diárias em frente a dispositivos eletrônicos e, nesse grupo específico, 70% desenvolveram distúrbios do sono significativos. As manifestações mais comuns incluíram dificuldade para iniciar o sono (45% dos casos), despertares noturnos frequentes (relatados por 60% como ocorrendo três ou mais vezes por semana) e redução média de 1,5 hora na duração total do sono em relação aos padrões prévios.
dc.identifier.citationVEIGA, Samuel Brito et al. Análise dos impactos do aumento do home office na incidência de dores lombares e na qualidade do sono em profissionais de Brasília, que adotam essa modalidade de trabalho. Revista DELOS, Curitiba, v.19, n.79, p. 01-21, 2026. DOI: 10.55905/rdelosv19.n79-012. Disponível em: https://ojs.revistadelos.com/ojs/index.php/delos/article/view/9074.
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/18137
dc.language.isopt_BR
dc.titleAnálise dos impactos do aumento do home office na incidência de dores lombares e na qualidade do sono em profissionais de Brasília, que adotam essa modalidade de trabalho
dc.typeArtigo

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