Aplicação dos procedimentos de matching-tosample e discriminações simples no estabelecimento de equivalência

dc.contributor.advisorMedeiros, Carlos Augusto dept_BR
dc.contributor.authorOliveira, Nathália Harckbart dept_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T18:08:39Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:57:23Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T18:08:39Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:57:23Z
dc.date.criacao2010-07pt_BR
dc.date.issued2010-07pt_BR
dc.description.abstractNa Análise do Comportamento, a linguagem é representada pelo tema “comportamento verbal”. A proposta de Skinner sobre o comportamento verbal não teve a aceitação pretendida dentro da Análise do Comportamento. Com isso, visões alternativas surgiram para melhor explicar esse fenômeno. Uma das teorias mais aceitas teve início com Sidman, que propõe o conceito de relações de equivalência em que o significado entre as palavras e objetos seria de equivalência. Segundo este autor, para estabelecer essas relações, é necessária a demonstração de três propriedades: reflexividade, simetria e transitividade, conceitos importados da matemática. A formação de equivalência se dá através do treino com discriminações condicionais, ou seja, possui uma contingência de quatro termos. Porém, estudos posteriores questionam a necessidade de discriminações condicionais para formação de equivalência, pois estas não são comuns no dia-a-dia. Tais estudos propõem a formação de equivalência a partir de discriminações simples, que utilizam contingências de três termos, pois são mais utilizados no cotidiano. Uma forma de se estabelecer o treino de discriminações simples para formação de equivalência se dá a partir do planejamento de classes funcionais, que são caracterizadas pela apresentação de uma mesma resposta na presença de estímulos arbitrários. Feita essa análise, o presente estudo teve como objetivo comparar a eficácia de dois tipos de treino na formação de classes de equivalência entre desenhos de criança, verificada nos testes das propriedades de equivalência (reflexividade, simetria e transitividade). Foi comparado o treino tradicional de mathing-to-sample, o qual utiliza discriminações condicionais, com o treino de nome comum, o qual utiliza discriminações simples. Após os treinos, as crianças eram submetidas aos testes das propriedades de equivalência. Nove crianças, com idades entre 9 e 11 anos de idade, participaram do experimento. Quatro dos participantes tiveram êxito nos testes de equivalência após o treino com discriminações simples e apenas um participante obteve êxito nos testes após o treino do procedimento de matching-to-sample. Um dos nove participantes não atingiu o critério de treino em nenhum dos procedimentos, e por isso, foi dispensado sem qualquer constrangimento e os outros três participantes não tiveram êxito na formação de equivalência em nenhum dos dois procedimentos. A partir desses resultados, pode-se dizer que o procedimento de discriminações simples foi mais eficaz na formação de equivalência quando comparado ao procedimento com discriminações condicionais.
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2784
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectRelações de equivalência
dc.subjectDiscriminação simples
dc.subjectDiscriminação condicional
dc.subjectMatching-to-sample
dc.subjectNome comum
dc.titleAplicação dos procedimentos de matching-tosample e discriminações simples no estabelecimento de equivalênciapt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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