Subjetividade dos pareceres psicossociais em casos de guarda na justiça
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A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário. A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário. A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário. A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário. A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário. A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário. A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário. A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário. A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário. A questão da subjetividade, historicamente combatida no paradigma positivista da
psicologia, adquiriu força na pós-modernidade, revelando-se um marco na
construção de sentido, considerando sobremaneira a singularidade de cada sujeito,
seu espaço social e individual. Sob esse prisma, o sujeito é considerado em seu
cenário, e a comunicação torna-se fundamental para a construção da informação.
Nesse processo, a interação entre pesquisador e pesquisado é primordial. Na
atuação profissional, o psicólogo entrará nesse processo de construção da
informação com os sujeitos atendidos. No âmbito da Justiça, igualmente, o
profissional que produz pareceres necessitará desse cenário e dessa interação com
os sujeitos envolvidos em processos a fim de, ao final de seus estudos
psicossociais, obter o seu objetivo: emitir um parecer ao magistrado demandante.
Nessa tarefa, envolvem-se as subjetividades dos sujeitos atendidos e daqueles que
atendem. O presente trabalho visa investigar a influência da subjetividade na
produção de pareceres psicossociais em casos de guarda na Justiça, buscando-se
conhecer crenças, representações sociais, questões de gênero, o impacto emocional
dos casos atendidos sobre os psicólogos e os vínculos entre os elementos
subjetivos e as sugestões nos casos. Para este estudo, utilizou-se a metodologia de
pesquisa qualitativa, sendo realizado estudo de caso com dois sujeitos, psicólogos
do Serviço Psicossocial Forense (SERPP) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e Territórios - TJDFT. Os instrumentos utilizados foram entrevistas e complemento
de frases. Na análise desses, pôde-se conhecer as configurações individuais de
cada sujeito e correlacionar os elementos subjetivos com a atuação profissional dos
sujeitos. Embora seja requerida objetividade nesse tipo de documento escrito,
observa-se que a subjetividade está, necessariamente, sempre presente na atuação
profissional e, em conseqüência, surgirá nos pareceres. Entre as questões
subjetivas apareceram as relacionadas a gênero, à maternidade, à dificuldade de
lidar com casos de abuso sexual e de oferecer sugestões nos casos em que a
família não chegou a um acordo sobre a guarda. Nessa pesquisa ficou evidenciado
que na forma de abordar os casos para emissão de parecer sobre guarda, não há,
nos sujeitos estudados, uma primazia de uma verdade, mas sim uma tendência à
processualidade. A missão deste estudo foi de buscar compreender essas questões,
procurando oferecer uma contribuição para a construção do conhecimento nesse
campo teórico. Espera-se que esse objetivo tenha sido cumprido, sobretudo no que
tange à construção de novos sentidos para a psicologia clínica, em consonância
com o paradigma pós-moderno, e possa repercutir nas práticas dos profissionais no
âmbito do Judiciário.