Leishmaniose visceral canina

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A leishmaniose visceral canina (LVC) é uma doença zoonótica, com distribuição em diferentes países e o agente etiológico acomete a subclasse mamífera. Ocasionada por protozoários do gênero Leishmania Infantum, a sua principal forma de transmissão ocorre pela picada do inseto vetor, que são as fêmeas de flebotomíneos infectadas. O cão é o principal reservatório do meio urbano da doença, e em decorrência da maioria desses animais infectados desenvolverem um quadro subclínico, esses cães domésticos acabam exercendo um papel fundamental na manutenção e propagação da LVC. A terapia medicamentosa possui como função a redução da carga parasitária do cão e apesar de não proporcionar a cura parasitológica do animal, ela o deixa menos infectante para os fleobotomíneos dificultando a contaminação desses insetos vetores. Esses fármacos também atuam proporcionando um bem estar aos animais doentes, pois restauram a imunidade e ocasionam a cura dos sinais clínicos. Entretanto, a falta de opções terapêuticas no mercado veterinário e as falhas do sistema fármaco geram uma necessidade na busca por novos estudos de propriedades de novos fármacos. O presente trabalho teve como objetivo realizar uma revisão de literatura do tipo narrativa das principais drogas utilizadas nos protocolos terapêuticos da patologia da LVC, descrevendo o mecanismo de ação, eficácia e efeitos adversos dessas drogas. As plataformas de pesquisas utilizadas para este trabalho foram a Scielo, PubMed e Google Acadêmico em um intervalo de tempo de 2004 a 2022. Palavras-chave: leishmania infantum; therapeutic canine visceral leishmaniasis;

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PIMENTA, Kamilla da Rocha. Leishmaniose visceral canina. 2022. Monografia (Bacharelado em Medicina Veterinária) - Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2022.

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