Analisar a prevalência e os fatores que motivam a hesitação vacinal das vacinas bivalente e quadrivalente contra o papiloma vírus humano (HPV), na região de saúde norte do Distrito Federal

dc.contributor.authorCruz, João Cassiano Lopes da
dc.contributor.authorRizzi, Gabriel Nogueira
dc.contributor.authorLiotto, Beatriz Castello Branco
dc.contributor.authorMiranda, Helena Pinto Ferreira de
dc.contributor.authorReis, Abner Raniel Oliveira
dc.contributor.authorAngotti, Fernanda Silva Bertulucci
dc.contributor.authorFerreira, Pedro Otávio Ottoni
dc.contributor.authorVasconcelos, Maria Rita da Costa
dc.date.accessioned2026-07-27T18:59:24Z
dc.date.criacao2024
dc.date.issued2024
dc.description.abstractA hesitação vacinal é o atraso ou recusa de vacinas, mesmo com a disponibilidade dos serviços. Esse fenômeno tem resultado no retorno de doenças antes raras ou erradicadas, além de gerar custos elevados com o tratamento dessas doenças. O sucesso das vacinas fez com que algumas pessoas questionassem a necessidade de se vacinarem, contribuindo para a hesitação vacinal contemporânea. A hesitação vacinal no sexo masculino é marcada por uma maior taxa de abandono da segunda dose da vacinação contra o HPV. Dados indicam um aumento significativo nas doses administradas após a implementação da vacina quadrivalente. É fundamental considerar fatores regionais e temporais ao analisar a hesitação vacinal, e entender essas nuances é essencial para desenvolver estratégias eficazes de promoção da saúde e conscientização sobre a vacinação. A vacinação contra o HPV é um avanço crucial na saúde pública, protegendo contra infecções virais graves, como o câncer. Iniciar a vacinação aos 9 anos é uma estratégia promissora para estabelecer uma defesa precoce, embora a faixa etária de 10 a 11 anos busque equilibrar imunidade e aceitação. A adesão à vacinação diminui com a idade e as doses, o que reforça a importância de conscientizar sobre seus benefícios contínuos. O maior abandono da segunda dose entre homens destaca a necessidade de estratégias específicas de conscientização. A vacinação de meninos reflete a proteção cruzada de gênero, sendo fundamental para a saúde a longo prazo e exigindo esforços contínuos para garantir sua eficácia e cobertura.
dc.identifier.citationCRUZ, João Cassiano Lopes da et al. Analisar a prevalência e os fatores que motivam a hesitação vacinal das vacinas bivalente e quadrivalente contra o papiloma vírus humano (HPV), na região de saúde norte do Distrito Federal. Revista Foco, v. 17 n. 10, p. 01-27, 2024. DOI: 10.54751/revistafoco.v17n10-121. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/6600
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/18135
dc.language.isopt_BR
dc.titleAnalisar a prevalência e os fatores que motivam a hesitação vacinal das vacinas bivalente e quadrivalente contra o papiloma vírus humano (HPV), na região de saúde norte do Distrito Federal
dc.typeArtigo

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