A proteção do consumidor na alienação fiduciária em garantia de bens móveis: análise crítica da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça acerca da possibilidade de purgação da mora pelo devedor
| dc.contributor.advisor | Bessa, Leonardo Roscoe | |
| dc.contributor.author | Fernandes, Louise Le Campion | |
| dc.date.accessioned | 2015-08-12T18:30:18Z | |
| dc.date.available | 2015-08-12T18:30:18Z | |
| dc.date.criacao | 2015-08-12 | |
| dc.date.issued | 2015-06-02 | |
| dc.description.abstract | No mercado brasileiro de consumo, milhares de contratos são celebrados diuturnamente com a condição de alienação fiduciária em garantia de bens móveis, sendo largamente utilizada principalmente para a aquisição de veículos automotores. Esse instituto foi introduzido no Brasil com o intuito de alavancar o mercado de capitais através do chamado crédito direto ao consumidor, facilitando assim, a compra de bens através do financiamento. Sendo assim, tal modalidade de negócio é caracterizado como típico contrato de adesão, vez que é elaborado unilateramente pelas Instituições Financeiras, ora credoras, possuindo no bojo de seus contratos cláusulas tidas como abusivas que prejudicam sobremaneira o consumidor, tido como parte vulnerável dessa relação jurídica. Pois bem, caso o devedor fique inadimplente de qualquer uma das parcelas do financiamento de seu automóvel, a instituição financeira valendo-se de uma liminar em ação de busca e apreensão extremamente célere e autônoma, estipulada pelo Decreto-lei 911/69 e sua posterior alteração dada pela Lei 10.931/2004, poderá requerer a retomada do bem caso o devedor não efetue o pagamento da integralidade da dívida pendente, ou seja, as parcelas vencidas e vincendas, em um curtíssimo prazo de 05 (cinco) dias. Serão estudados, portanto, os desdobramentos da alienação fiduciária em garantia, com a possível perda do bem ante a impossibilidade de purgação da mora contratual, entendimento este que foi consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça. Será realizada uma análise crítica da jurisprudência desta Corte enfatizando o necessário diálogo das fontes entre o CDC e as leis especiais da alienação fiduciária, passando também por uma breve explanação da possibilidade da purgação da mora através da teoria do adimplemento substancial, bem como, a proteção do consumidor que deveria incidir nesses contratos. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/235/7098 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Alienação fiduciária | pt_BR |
| dc.subject | Decreto-lei 911/69 | pt_BR |
| dc.subject | Lei 10.931/2004 | pt_BR |
| dc.subject | Proteção do consumidor | pt_BR |
| dc.subject | Código de Defesa do Consumidor | pt_BR |
| dc.subject | Adimplemento substancial | pt_BR |
| dc.subject | Inadimplemento | pt_BR |
| dc.subject | Purgação da mora | pt_BR |
| dc.subject | Busca e apreensão | pt_BR |
| dc.subject | Contrato de adesão | pt_BR |
| dc.title | A proteção do consumidor na alienação fiduciária em garantia de bens móveis: análise crítica da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça acerca da possibilidade de purgação da mora pelo devedor | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |