Endemismo de aves
| dc.contributor.advisor | Bizerril, Marcelo Ximenes | pt_BR |
| dc.contributor.author | Las-Casas, Flor | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2012-10-30T14:26:34Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T20:41:13Z | |
| dc.date.available | 2012-10-23 | pt_BR |
| dc.date.available | 2012-10-30T14:26:34Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T20:41:13Z | |
| dc.date.criacao | 2000 | pt_BR |
| dc.date.issued | 2000 | pt_BR |
| dc.description.abstract | Espécies endêmicas são aquelas restritas a uma determinada área ou região. Os fatores que levam as espécies ao endemismo estão intimamente relacionados com o isolamento geográfico. Esses fatores devem-se, principalmente, às mudanças climático-vegetacionais que ocorreram durante o Quaternário. Existem três teorias que procuram explicar a grande diversidade das espécies nos trópicos, bem como o seu isolamento e conseqüente especiação: a Teoria Paleogeográfica, a Teoria dos Rios e a Teoria dos Refúgios. O Cerrado apresenta altos índices de endemismo para plantas e insetos, o que já não acontece com os anfíbios, répteis, aves e mamíferos, que apresentam baixas taxas de endemismo. As espécies de aves endêmicas no Cerrado podem ser encontradas em quatro áreas principais: Serra do Espinhaço, Serra Central do Goiás, Vale do Rio Araguaia e Vale do Rio Paranã. Essas quatro áreas representam os lugares onde as espécies endêmicas originaram-se a partir do isolamento geográfico dos seus parentes mais próximos. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2394 | |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.title | Endemismo de aves | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
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