O risco de adoecimento de frentista
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O atual trabalho teve como principal objetivo avaliar o risco de adoecimento dos frentistas, que trabalham em postos de gasolina do Distrito Federal, no qual foram avaliados os custos humanos e os danos relacionados ao ambiente de trabalho. O estudo foi realizado através do instrumento chamado ITRA (Instrumento Auxiliar de Diagnóstico de Indicadores Críticos no Trabalho), por meio de um questionário fechado, utilizando a escala likert, elaborado por Mendes e Ferreira (2007). Concluindo ao final da pesquisa que existe um alto risco de adoecimento considerando a escala relacionada aos custos humanos, principalmente referentes aos custos cognitivos, que se destacou como grave e os custos afetivos e físicos como crítico. Considerando os danos relacionados ao trabalho foram obtidos resultados menos relevantes, demonstrando menor risco de adoecimento, porém os danos físicos que se encontram nessa escala apresentaram resultados críticos, já os danos psicológicos e sociais se destacaram na escala de satisfatório para o ambiente de trabalho.
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JESUS, Jéssica de Sousa de. O risco de adoecimento de frentista. 2016. 27 f. Monografia (Graduação) – Faculdade de Tecnologia e Ciências Sociais Aplicadas, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2016.