Princípio da insignificância e reincidência: análise da (in)aplicabilidade cumulativa na perspectiva do direito penal mínimo

dc.contributor.authorPissolatti, Amanda de Abreu
dc.date.accessioned2020-01-07T10:48:43Z
dc.date.available2020-01-07T10:48:43Z
dc.date.criacao2019-11-21
dc.date.issued2019-11-21
dc.description.abstractTrata-se de um trabalho que busca analisar a aplicabilidade do Princípio da Insignificância frente à presença do instituto da reincidência penal. O princípio da bagatela, por não estar previsto expressamente no ordenamento jurídico brasileiro, acaba sendo delimitado pela jurisprudência, principalmente por meio de requisitos estipulados no âmbito dos tribunais superiores do país. Por esta razão, não resta evidente sua aplicabilidade em situações em que o réu ostenta condenação transitada em julgado pretérita ao delito analisado. O objetivo geral é explanar os acórdãos provenientes do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, identificando-se as linhas argumentativas expostas pelos Ministros nas decisões proferidas sobre o princípio da insignificância e a sua aplicabilidade frente à presença do instituto da reincidência. Especificamente, incitar um estudo crítico sobre as consequências provenientes de ambos os posicionamentos adotados, sejam favoráveis ou contrários à aplicabilidade da bagatela e abordar a perspectiva defendida pelos adeptos da Teoria Minimalista, que buscam evitar a caracterização do Direito Penal do autor e da seletividade do sistema penal, fatores que não mais se justificam no Estado Democrático de Direito vigente. Em relação aos meios, a pesquisa foi bibliográfica. Utilizaram-se as diversas fontes provenientes da doutrina, da jurisprudência, dos profissionais de direito ou de pesquisadores jurídicos. Os dados foram coletados por meio de pesquisa em livros, artigos e internet, e a técnica de pesquisa adotada foi no modelo comparativo. Embora a aceitação do princípio tenha sido ampliada, ao longo do tempo, há questões referentes à operacionalização que ainda não foram sanadas, como é o caso da presença da reincidência como fator limitante por afastar a incidência do respectivo princípio. Neste cenário, destaca-se tal posicionamento, quando aplicado de forma taxativa e irracional, não merecer prosperar, tendo em vista que a análise deste critério subjetivo não deve preponderar individualmente em face dos demais critérios estipulados.pt_BR
dc.identifier.citationPISSOLATTI, Amanda de Abreu. Princípio da insignificância e reincidência: análise da (in)aplicabilidade cumulativa na perspectiva do direito penal mínimo. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Direito) – Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2019.pt_BR
dc.identifier.orientadorBastos, Marcus Vinicius Reispt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/13769
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPrincípio da Insignificânciapt_BR
dc.subjectReincidênciapt_BR
dc.subjectDireito Penal Mínimopt_BR
dc.subjectSuperior Tribunal de Justiçapt_BR
dc.subjectSupremo Tribunal Federalpt_BR
dc.subjectTeoria Minimalistapt_BR
dc.subjectEstado Democrático de Direitopt_BR
dc.titlePrincípio da insignificância e reincidência: análise da (in)aplicabilidade cumulativa na perspectiva do direito penal mínimopt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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