Impacto da bariátrica na redução de risco cardiovascular: ainda há espaço para esse tratamento?

dc.contributor.authorMelo, Ingryd Capuci
dc.contributor.authorGuedes, Carolina Cotrim
dc.contributor.authorRodrigues, Cecília Felipe
dc.contributor.authorRocha, Samanta Hosokawa Dias de Nóvoa
dc.contributor.authorLopes, Kaio Albano
dc.contributor.authorLuz, Pedro Enzo Camargo
dc.contributor.authorFerronatto, Luiza Letti
dc.contributor.authorRainha, Raquel Soares
dc.date.accessioned2025-09-12T13:17:48Z
dc.date.available2025-09-12T13:17:48Z
dc.date.criacao2025
dc.date.issued2025
dc.description.abstractA obesidade, é excesso de gordura corporal, caracterizado por um IMC ≥30 kg/m², é reconhecida como doença crônica, multifatorial, e requer abordagens multidisciplinares, associada malefícios a saúde, como o risco cardiovascular, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2, além de predisposição a desenvolvimento de câncer. O aumento de casos no século XXI destaca a dificuldade em lidar com tal questão. Objetivo: Identificar associação entre cirurgia bariátrica e diminuição do risco cardiovascular em pacientes obesos e comparar o tratamento medicamentoso. Metodologia: Utilizados artigos de 2015-2024, nas bases de dados Google Acadêmico, Scielo e Pubmed, com os descritores: “Obesidade”, “Cirurgia bariátrica”, “Risco cardiovascular”, “Tratamento medicamentoso”, “Semaglutida”, e “Hipertensão”, e incluidos estudos Gateway e a ferramenta PRISMA de 2019. Resultados: No estudo de Rabello et al (2016) observou-se redução de ≥30% no uso de anti-hipertensivos, mantendo a pressão arterial controlada no grupo de pacientes submetidos a cirurgia bariátrica. Além disso, houve melhora dos níveis glicêmicos e de triglicerídeos, com redução média após 3 meses, comparando pacientes em tratamento farmacológico, que não apresentou variação clínica, apenas nos valores de glucagon (18,1±20,7 vs. 16,8±18,4 pg/ml, p<0,001), assim definindo tratamento cirúrgico como melhor opção para redução do risco cardiovascular em pacientes obesos. O estudo GATEWAY, de Shiavon (2018), comparou efeitos da cirurgia metabólica em pacientes obesos e hipertensos. Os 100 selecionados, de 34 e 53 anos, 76% mulheres, foram submetidos randomicamente ao bypass gástrico do Y-de-Roux. O resultado foi redução de ≥30% total de anti-hipertensivos mantendo pressão arterial controlada. Conclusão: A cirurgia bariátrica favorece a redução da gordura visceral, controle de comorbidades e prevenção ao risco de doenças cardiometabólicas. Os resultados indicam que a cirurgia metabólica é eficaz na redução da mortalidade e das taxas de complicações, tanto macro e microvasculares, como: hipertensão arterial sistêmica e dislipidemia, minimizando desfechos cardiovasculares adversos. Embora exista progresso nos resultados dos tratamentos clínicos-medicamentosos, como a tirzepatida, a bariátrica continua uma opção terapêutica importante e viável para tratar obesidade e na redução dos desfechos clínicos cardiovasculares desfavoráveis.pt_BR
dc.identifier.citationMELO, Ingryd Capuci et al. Impacto da bariátrica na redução de risco cardiovascular: ainda há espaço para esse tratamento? Revista Aracê, São José dos Pinhais, v. 7, n. 4, p. 17652-17688, 2025. Disponível em: https://periodicos.newsciencepubl.com/arace/article/view/4389pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/17835
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectObesidadept_BR
dc.subjectCirurgia bariátricapt_BR
dc.subjectRisco cardiovascularpt_BR
dc.titleImpacto da bariátrica na redução de risco cardiovascular: ainda há espaço para esse tratamento?pt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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