Propostas para uma sociedade sem ensino obrigatório: por um aprendizado livre e autônomo
| dc.contributor.advisor | Montenegro, Maria Eleusa | |
| dc.contributor.author | Nascimento, Paulo Henrique Rios do | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-04-10T12:11:58Z | en_US |
| dc.date.accessioned | 2013-05-09T21:19:15Z | |
| dc.date.available | 2013-04-10T12:11:58Z | en_US |
| dc.date.available | 2013-05-09T21:19:15Z | |
| dc.date.criacao | 2012-11 | en_US |
| dc.date.issued | 2012 | en_US |
| dc.description.abstract | Há muitos anos, a educação tem sido um problema bastante discutido no Brasil. É comum se ouvir a frase “o professor finge que ensina e o aluno finge que aprende”, uma denúncia da situação em que se encontram as escolas. A autonomia do aprendizado, os grupos de estudo, o compartilhamento de informações são algumas das ferramentas para a educação mais universal e livre. No entanto, a sociedade escolarizada se acostumou a desacreditar no autodidatismo e a dar excessivo valor ao ensino como mercadoria e aos diplomas. Mas essa mesma sociedade subestima a capacidade de aprendizado do ser humano. O pagamento pelo acesso à informação acaba sendo usado como justificativa para filtrar todas as informações inválidas e "achismos", o que acaba por monopolizar o ensino e elitizar o conhecimento entre os ricos. Apresentando os problemas da sociedade escolarizada que comprometem o aprendizado para todos, foi escolhido como objeto de estudo deste trabalho o ensino não-obrigatório. O método adotado foi a análise bibliográfica por meio da epistemologia qualitativa de Gonzalez Rey (2005). O objetivo geral do presente trabalho é analisar propostas diferenciadas para o aprendizado de forma livre em algumas obras de autores referentes aos problemas ligados ao ensino obrigatório no mundo. Os objetivos específicos consistem em identificar e conhecer as principais ideias dos autores que criticam o ensino obrigatório, bem como suas respectivas propostas de solução para os problemas por eles apontados; analisar as obras dos autores lidos do ponto de vista argumentativo, e elaborar sugestões de utilização de aspectos das propostas dos autores para os problemas do ensino obrigatório. Os autores selecionados para a análise dos dados foram: A. S. Neill (1960), Carl Rogers (1969), Ivan Illich (1973), Paulo Freire (1983-1989) e José Pacheco (2008). O autor Ivan Illich critica a institucionalização do ensino e propõe a extinção da instituição Escola, utilizando a tecnologia para formar Redes de Aprendizado. A. S. Neill relata fatos e acontecimentos da escola que fundou, Summerhill, mostrando porque é a favor de dar aos alunos a liberdade de assistir aulas ou não. Carl Rogers mostra teorias de ensino autônomo e a proposta de facilitador do aprendizado. Paulo Freire explica o funcionamento de seu método de alfabetização contextualizado com o universo dos alunos e o com o respeito ao ritmo e espaço que os alunos têm de trocar informações. José Pacheco mostra a aplicação do Círculo de Estudos na Escola da Ponte. Por fim, este trabalho concluiu que o aprendizado autônomo e não obrigatório é mais eficiente, mas eliminar a obrigatoriedade escolar no mundo inteiro é praticamente impossível no atual sistema vigente. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/3495 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Autonomia no aprendizado | pt_BR |
| dc.subject | Autoeducação | pt_BR |
| dc.subject | Ensino não-obrigatório | pt_BR |
| dc.subject | Liberdade para aprender | pt_BR |
| dc.subject | Aprender para a liberdade | pt_BR |
| dc.title | Propostas para uma sociedade sem ensino obrigatório: por um aprendizado livre e autônomo | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |