Modificações fisiológicas e a classificação de Mallampati: intercorrências na intubação traqueal

dc.contributor.authorFraga, Thiago Alberto Brasil
dc.contributor.authorCosta e Silva, Ana Luiza Antony Gomes de Matos da
dc.contributor.authorAguiar, Yngrid Carneiro de
dc.contributor.authorPereira, Anne Caroline Castro
dc.contributor.authorMelo, Giovanna Abe Rodrigues de
dc.contributor.authorBraga, Victor Fernandes Feitosa
dc.date.accessioned2024-08-07T11:43:10Z
dc.date.available2024-08-07T11:43:10Z
dc.date.criacao2024
dc.date.issued2024
dc.description.abstractIntrodução: A dificuldade na intubação traqueal é um fator significativo para a morbimortalidade. Assim, Mallampati possibilitou que fosse prevista com antecedência. Sua classificação é realizada a partir da visualização de estruturas faríngeas e é uma avaliação anestésica simples. Na prática, algumas circunstâncias podem modificar a classificação de Mallampati, gerando maior complexidade na intubação, sendo de importância médica o conhecimento dessas. Objetivos: Revisar a literatura sobre circunstâncias que alterem a classificação de Mallampati. Métodos: Realizou-se uma revisão da literatura sobre possíveis alterações fisiológicas responsáveis por modificações na classificação de Mallampati. Pesquisou-se nas bases de dados Medline, Scielo e CRD os termos: “Mallampati modification” e “Mallampati score” associado a “anaphylaxis” e “labor” e os artigos foram submetidos a análise crítica. Resultados: Entre as interferências no escore de Mallampati, está a anafilaxia, que resulta em edema de vias aéreas superiores, afetando a classificação. Além disso, gravidez e trabalho de parto podem influenciar no escore. Alguns fatores como o crescimento dos seios, ganho ponderal e edema faríngeo aumentam o índice em gestantes. Além disso, há edema de vias aéreas, explicado pelos esforços e aumento da pressão venosa na parte superior do corpo. Ademais, a sobrecarga de líquidos e o efeito antidiurético da ocitocina geram alterações nas vias aéreas. Outra situação é a de pacientes pediátricos, onde 13% dos problemas respiratórios na anestesia estão relacionados à dificuldade de intubação. Em crianças entre 4 e 8 anos sem malformações, o índice mostrou-se aplicável. Entretanto, há impossibilidade de sua realização naqueles abaixo de 4 anos. Conclusões: O escore de Mallampati complementa o julgamento de um exame geral que inclui anamnese e inspeção física da estrutura craniofacial para identificar fatores de risco, levando em consideração outras situações que podem interferir na classificação. Portanto, é necessária uma compreensão das limitações para sua correta aplicação.pt_BR
dc.identifier.citationBRAGA, Thiago Alberto Brasil et al. Modificações fisiológicas e a classificação de Mallampati: intercorrências na intubação traqueal. International Seven Journal of Health, São José dos Pinhais, v. 3, n. 2, mar./abr., 2024. DOI: 10.56238/isevjhv3n2-033.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/17521
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectClassificação de Mallampatipt_BR
dc.subjectModificações fisiológicaspt_BR
dc.subjectIntubação orotraquealpt_BR
dc.titleModificações fisiológicas e a classificação de Mallampati: intercorrências na intubação traquealpt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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