A educação sexual como fator de influência para o consumo de preservativos
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A população mundial está cada vez mais a par de dados assustadores sobre o
avanço da AIDS - Acquired Immunodeficiency Syndrome – Síndrome da
imunodeficiência Adquirida (utiliza-se a sigla SIDA em português) e das DST -
doenças sexualmente transmissíveis. Com isso, há um questionamento em
relação à prevenção dessas doenças sendo confrontado com as atitudes das
pessoas em suas relações amorosas, diante de um histórico secular de repressão
sexual na sociedade. O preservativo, como meio mais eficaz de proteção perante
a gravidez indesejada e as DST / AIDS, convive com conflitos de dois grupos aqui
analisados em debate. O primeiro, de 15 a 25 anos de idade e o segundo, de 35 a
50 anos de idade. A análise do comportamento do consumidor de preservativos no
Brasil, dentro dos dois grupos, responde à questão do papel da educação sexual
na formação do ser humano em suas relações há séculos atrás e nos dias atuais,
diante de um fator histórico que mudou as relações amorosas e sociais: o
surgimento da AIDS. O preservativo, antes considerado um meio arcaico de
prevenção da gravidez, agora faz parte de um ciclo que engloba AIDS,
preconceito, vergonha, sexo e relações amorosas.