Consumo de psicoestimulantes orais entre estudantes da área da saúde em uma instituição privada do DF: análise de seus efeitos adversos

dc.contributor.authorCunha, Isabella de Almeida
dc.contributor.authorFreitas, Isabella Soares de
dc.contributor.authorSalomão, Maria Valentina Ladeira
dc.contributor.authorMeneses, Rodrigo de Azevedo
dc.contributor.authorOliveira, Ana Luiza Barreto de
dc.contributor.authorMartins, Antônio Vitor Farias
dc.contributor.authorMarques, Ana Flávia Moura
dc.contributor.authorZendersky, Fernanda Magalhães
dc.date.accessioned2026-07-29T15:38:54Z
dc.date.criacao2026
dc.date.issued2026
dc.description.abstractTrata-se de um estudo quantitativo-qualitativo, de caráter exploratório-descritivo, inicialmente planejado com 30 voluntários, mas realizado com 9 estudantes da área da saúde matriculados no UniCEUB, devido a dificuldades de recrutamento. Os participantes eram usuários regulares de psicoestimulantes orais em cápsula. A coleta de dados ocorreu durante 4 semanas, com aplicação de formulários online e avaliações presenciais. Foram analisados dados clínicos, como pressão arterial, frequência cardíaca e peso corporal, além dos padrões de sono pelo índice de Pittsburgh (PSQI-PT). Também foram investigados perfil sociodemográfico, posse de prescrição médica, frequência de uso e efeitos adversos. Os voluntários realizaram pré e pós-teste para monitoramento clínico e evolução dos sintomas. As substâncias mais utilizadas foram lisdexanfetamina e metilfenidato. Entre os efeitos adversos relatados destacaram-se alteração do apetite, taquicardia, insônia, tremores, ansiedade e alteração da libido. Observou-se variação hemodinâmica significativa entre os participantes. Quanto ao sono, a maioria não percebeu mudanças, embora o PSQI-PT tenha indicado piora discreta em alguns casos. Nem todos possuíam prescrição médica, e alguns relataram aumento progressivo da dose. Houve tendência de manutenção ou piora dos parâmetros clínicos. A comparação com pesquisas internacionais e nacionais revelou que, apesar dos benefícios relatados, o uso indiscriminado está associado principalmente a efeitos adversos. Ademais, estudos apontam que cérebros saudáveis não apresentam ganhos reais com o uso, reforçando que a suposta melhora pode estar associada a efeito placebo. Assim, a continuidade desse comportamento aumenta a vulnerabilidade a distúrbios neurológicos, psicológicos e cardiovasculares, comprometendo a saúde física e mental, exigindo estratégias de conscientização e acompanhamento clínico.
dc.identifier.citationCUNHA, Isabella de Almeida et al. Consumo de psicoestimulantes orais entre estudantes da área da saúde em uma instituição privada do DF: análise de seus efeitos adversos. Revista Delos, Curitiba, v. 19, n. 80, p. 01-24, 2026. DOI: 10.55905/rdelosv19.n80-085. Disponível em: https://ojs.revistadelos.com/ojs/index.php/delos/article/view/9418.
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/18142
dc.language.isopt_BR
dc.subjectEfeitos adversos
dc.subjectEfeitos dos psicoestimulantes
dc.subjectPsicoestimulantes
dc.titleConsumo de psicoestimulantes orais entre estudantes da área da saúde em uma instituição privada do DF: análise de seus efeitos adversos
dc.typeArtigo

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