Drogas nas escolas: uma abordagem preventiva

dc.contributor.advisorFernandes, Maria Heloisa C.pt_BR
dc.contributor.authorOliveira, Marcelo Alvespt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T14:27:29Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:41:26Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T14:27:29Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:41:26Z
dc.date.criacao2002pt_BR
dc.date.issued2002pt_BR
dc.description.abstractAs drogas são, sem dúvidas, uma matéria polêmica que perdura desde os primórdios da humanidade e que, muitas vezes, confunde-se num jogo de rituais, religião, prazer e euforia. No contexto atual, as drogas têm infiltrado de modo arrasador e assustador na vida dos jovens ainda em formação. Estes adolescentes, travam constantes embates de cunho psicológico, físico e existencial, tornando-se vítimas vulneráveis às tentações e ao assédio incansável dos drogaditos, e porque não dizer dos próprios entorpecentes. Dentre os principais tipos de drogas e reconhecidamente mais presentes na vida dos adolescentes estão a maconha, a cocaína, o ecstasy, o LSD, as anfetaminas e os solventes que são consideradas drogas ilícitas de uso ilegal. Em contrapartida, existem as drogas legalizadas como o álcool e o tabaco que, além de comprovadamente fazerem mal à saúde , ainda causam dependências. Neste cenário, como parte integrante da vida da maioria dos jovens, está também inserida, a escola. Instituição esta que, por ser um local onde tais envolvidos passam a maior parte do seu tempo e não obstante ser ela responsável pela propagação de princípios éticos e de cidadania, surge como uma promessa a minimizar o pesadelo das drogas por meio da prevenção. É interesse da escola implementar a sua política de prevenção onde haja a participação de toda comunidade circunvizinha à sua área. Esta interação entre a escola e sua clientela também prevê constantes fóruns colegiados para que se consiga lograr êxito neste aspecto tão importante e decisivo na vida dos jovens e adolescentes.. É importante salientar que as escolas apresentam-se idôneas na proposta preventiva, desde que bem municiadas e com condições financeiras de investirem na capacitação e valorização de seus profissionais. Por fim , a escola não deve ter a pretensão de que sozinha, mesmo com toda estrutura e política bem definidas, conseguirá erradicar de seus portões os obstáculos das drogas. Portanto, através de um somatório de forças e o entendimento otimista das partes envolvidas certamente a escola ,como mola propulsora, poderá dinamizar-se contribuindo eficazmente na prevenção ao uso de drogas entre o público alvo em discussão.
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2471
dc.language.isoporpt_BR
dc.titleDrogas nas escolas: uma abordagem preventivapt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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