A videoconferência ofende o princípio da ampla defesa?

dc.contributor.advisorBastos, Marcus Vinicius Reis
dc.contributor.authorCastro, Edna Amorim de
dc.date.accessioned2013-10-08T13:03:36Z
dc.date.available2013-10-08T13:03:36Z
dc.date.criacao2012
dc.date.issued2012
dc.description.abstractEste trabalho objetiva analisar o interrogatório por videoconferência à luz da garantia constitucional da ampla defesa, abordando as divergências doutrinárias e jurisprudenciais que norteiam a matéria no direito processual penal brasileiro. Sustenta-se que a garantia da ampla defesa assegura ao acusado a prerrogativa de se defender diretamente das acusações que lhe são dirigidas. Argumenta-se com a excepcionalidade do interrogatório on line medida consentânea com a garantia da ampla defesa e com a realidade da sociedade contemporânea marcada pela crescente adoção da informatização e de meios destinados a assegurar a celeridade processual.pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/235/4123
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectProcesso penalpt_BR
dc.subjectGarantia da ampla defesapt_BR
dc.subjectInterrogatório por videoconferênciapt_BR
dc.titleA videoconferência ofende o princípio da ampla defesa?pt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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