O direito à proteção de dados na era da hiperconexão: uma análise empírica dos termos de uso e de privacidade dos aplicativos de celular
| dc.contributor.author | Gonçalves, Bruno Lunardi | |
| dc.date.accessioned | 2022-03-30T00:35:07Z | |
| dc.date.available | 2022-03-30T00:35:07Z | |
| dc.date.criacao | 2021 | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.description.abstract | O presente trabalho tem o objetivo nuclear de avaliar as políticas de privacidade dos principais aplicativos utilizados em dispositivos móveis, ou seja, trata-se de uma pesquisa eminentemente empírica de leitura e aferição das principais cláusulas dispostas nas políticas de privacidade. Antes de se passar à prática, fez-se uma breve análise teórica dos institutos jurídicos envolvidos, passando pelo conceito do direito fundamental à privacidade e à proteção dos dados pessoais, grau de disponibilidade dos direitos da personalidade, aspectos atinentes ao direito contratual e ao próprio direito do consumidor, na medida em que as políticas de privacidade nada mais são do que verdadeiros contratos de adesão. Também se fez um breve panorama sobre a legislação específica aplicável ao direito na internet: LGPD, MCI, CDC e RGPD. Na sequência, foram selecionados 157 aplicativos, divididos em 12 categorias com alguma homogeneidade. Tendo isso como base, passou-se à análise efetiva das políticas de privacidade dos aplicativos móveis, que se deu em três etapas: (i) aferição de como se dá o consentimento e a possibilidade de sua revogação pelo usuário, bem como a expressão do legítimo interesse para o tratamento dos dados; (ii) análise crítica das permissões solicitadas por cada aplicativo móvel analisado e a sua real aderência à funcionalidade ordinária do software; e (iii) leitura efetiva e apontamento das cláusulas mais interessantes e curiosas de todas as políticas de privacidade dos 157 aplicativos. Os resultados encontrados demonstram que a maioria das empresas ainda não trocou o mindset para a política de privacy by design, inclusive os aplicativos governamentais. Ao final, desenvolveu-se brevemente o conceito de níveis de aplicativos, que pode ser uma possível solução apta a equacionar todos os legítimos interesses em jogo: o da privacidade dos usuários e a liberdade econômica das empresas, que prestam serviços essenciais no mundo hiperconectado atual. | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Leonardo Roscoe Bessa | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/15811 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Aplicativos móveis | pt_BR |
| dc.subject | Políticas de privacidade | pt_BR |
| dc.subject | Consentimento e revogação | pt_BR |
| dc.subject | Interesse legítimo | pt_BR |
| dc.subject | Permissões | pt_BR |
| dc.subject | Proteção de dados | pt_BR |
| dc.subject | Transparência | pt_BR |
| dc.title | O direito à proteção de dados na era da hiperconexão: uma análise empírica dos termos de uso e de privacidade dos aplicativos de celular | pt_BR |
| dc.type | Dissertação | pt_BR |