A memória coletiva na criação da história brasileira pósditadura de 1964: um estudo à luz da teoria construtivista das relações internacionais
| dc.contributor.author | Rodrigues, Luan Soares | |
| dc.date.accessioned | 2021-08-20T18:19:23Z | |
| dc.date.available | 2021-08-20T18:19:23Z | |
| dc.date.criacao | 2021 | |
| dc.date.issued | 2021 | |
| dc.description.abstract | A presente monografia analisou e discutiu o tema sobre a construção da memória coletiva no Brasil pós-ditadura militar, com o objetivo de compreender a narrativa apresentada pelos atores durante o processo de justiça de transição e participação da memória coletiva na criação da história brasileira pós-ditadura. Acerca dos objetivos específicos, buscou-se compreender as fases do desenvolvimento da formação da memória coletiva de uma sociedade Brasileira pósditadura de 1964; investigar os discursos sociais da ditadura e da democracia; e analisar a formação e os componentes formadores da memória individual, coletiva e histórica na sociedade brasileira. Na elaboração do referencial teórico deste estudo, fundamentou-se em pressupostos históricos e sociais da perspectiva construtivista de Alexander Wendt; em Maurice Halbwachs, discutiu-se o contexto histórico do estudo da memória, conceitualizando os termos memória individual, coletiva e histórica, bem como os acontecimentos pós-ditadura com relação a justiça de transição e os lugares de memória provenientes do período de regime militar, além de autores como Stampa; Rodrigues (2014); Teitel (2011); Weichert (2012); Nora, Pierre (1989). No tocante à metodologia utilizada, o método histórico e a pesquisa de cunho qualitativo foram selecionados para estruturá-la. A América Latina passou por uma onda de regimes totalitários liderados por militares marcados por governos autoritários caracterizados pela anulação dos direitos democráticos e por graves violações dos Direitos Humanos. A ditadura militar no Brasil durou 21 anos e a redemocratização brasileira foi lenta e inacabada, ou seja, permanece inconcluso o processo de transição para uma democracia plena. Pode-se inferir que a memória coletiva brasileira está sempre em construção e em transformação, proporcionando, assim, um recurso de recordação do passado. Recomenda-se a necessidade de continuação do estudo sobre a temática da memória de Halbwachs no âmbito da América Latina como um todo, levando-se em consideração outros países e a formação da memória coletiva de cada um deles. | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Lucas Soares Portela | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/15313 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Construtivismo | pt_BR |
| dc.subject | Memória individual | pt_BR |
| dc.subject | Memória coletiva | pt_BR |
| dc.subject | Lugar de memória | pt_BR |
| dc.subject | Justiça de transição | pt_BR |
| dc.subject | Ditadura Militar | pt_BR |
| dc.title | A memória coletiva na criação da história brasileira pósditadura de 1964: um estudo à luz da teoria construtivista das relações internacionais | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |