Doença de Parkinson e hábitos alimentares: uma pesquisa com pessoas diagnosticadas com a doença

dc.contributor.authorSantos, Bruna Caroline Pereira
dc.date.accessioned2021-09-21T18:52:00Z
dc.date.available2021-09-21T18:52:00Z
dc.date.criacao2021
dc.date.issued2021
dc.description.abstractA Doença de Parkinson (DP) é caracterizada como crônica e atinge o sistema nervoso central afetando, tradicionalmente, os movimentos do portador. Embora seja reconhecida pela população por meio da observação de tremores, a patologia é configurada por uma classe de sintomas motores e não-motores. A ingestão alimentar bem como o estado nutricional do portador da DP é de extrema importância para uma melhora na qualidade de vida, podendo aumentar ou reduzir os sintomas que tem relação com a alimentação. Diante disso, apresente pesquisa tem como objetivo descrever os hábitos alimentares presentes nos portadores da Doença de Parkinson. Para consecução da proposta foi conduzido um estudo descritivo com sujeitos de faixa etária entre 35 a 80 anos, com diagnóstico de DP há pelo menos um ano. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas que versaram sobre os principais tópicos de alimentação e Parkinson, e a relação dos comportamentos dos sujeitos perante a ingestão cotidiana alimentar. Os dados foram analisados por meio da técnica de análise de conteúdo. Quanto à categorização da amostra, dos 15 participantes queresponderamàpesquisa,8eram do sexo masculino (53,3%) e7dosexofeminino(46,7%).Do total da amostra, a ida de média foi de 51 anos e desvio padrão de 10,35. Outra análise importante pode ser feita quanto ao tempo de tratamento da doença em relação ao tempo de diagnóstico. Os resultados apontam que a amostra feminina busca mais por cuidados à saúde de forma geral, tendo em vista que as mulheres participantes possuem em média 4 anos de descoberta da doença e osmesmos4 anos em média para início do tratamento. A diferença é nítida pois os homens nesse estudo tiveram o diagnóstico em média há 10 anos e só iniciaram seus tratamentos em média 3 anos depois. De acordo com os resultados encontrados, obteve-se informações plausíveis sobre os principais hábitos alimentares dos parkinsonianos. Descobriu-se que as principais fontes proteicas dessa população investigada foram: frango, peixe, ovo, soja, feijão, grão de bico, lentilha. As carências nutricionais mais prováveis foram de cálcio, de vitaminas do complexo B (B12 e B9) e vitamina D. Conclui-se que o acompanhamento nutricional individualizado, permitindo o estabelecimento de uma boa adequação da oferta de nutrientes, em conformidade com as queixas apresentadas pelos pacientes, auxilia na prevenção de déficits alimentares que impactam negativamente no curso da doença.pt_BR
dc.identifier.orientadorAna Lúcia Ribeiro Salomonpt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/handle/prefix/15373
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDoença de Parkinsonpt_BR
dc.subjectHábitos alimentarespt_BR
dc.subjectNutriçãopt_BR
dc.subjectMedicaçãopt_BR
dc.subjectLevodopapt_BR
dc.titleDoença de Parkinson e hábitos alimentares: uma pesquisa com pessoas diagnosticadas com a doençapt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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