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dc.contributor.advisorBorges, Tatiana Karla dos Santos-
dc.contributor.authorVasconcelos, Larissa Fernanda Melo-
dc.date.accessioned2015-10-06T20:14:03Z-
dc.date.available2015-10-06T20:14:03Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/235/7286-
dc.description.abstractO papel dos ácidos graxos poli-insaturados sobre o sistema imune tem sido estudado nos últimos anos com o objetivo de elucidar a dinâmica dos eicosanoides derivados dos ácidos graxos da família ômega-3, os ácidos eicosapentaenoico (EPA) e docosaexaenoico (DHA), na modulação das respostas alérgicas. Os interesses atuais giram em torno dos ácidos graxos ômega-3, uma vez que estes podem atuar como inibidores da síntese dos mediadores inflamatórios derivados do acido araquidônico, pertencente à família ômega-6. Neste trabalho foi investigado o efeito da suplementação dietética com ômega-3 (fonte de óleo de peixe) em um modelo experimental de alergia alimentar de curto prazo. Os camundongos, fêmeas da linhagem C57BL/6 foram sensibilizados ou não com injeção intraperitoneal com 10μg ovalbumina acrescido de hidróxido de alumínio e salina. Os animais foram divididos em quatro grupos cada um com cinco animais, os animais teste alérgicos foram alimentados com a dieta acrescida de 14% de ovalbumina para induzir o processo anafilático em seguida foram tratados com uma dieta regular enriquecida com 10% de óleo de peixe para o grupo de animais teste e controle durante sete dias consecutivos. Os demais grupos receberam apenas ração padrão. Os camundongos do grupo alérgico teste e os animais controles que receberam ração acrescida com ômega-3 apresentaram níveis séricos aumentados de neutrófilos, monócitos e linfócitos, em comparação com os animais alérgicos e controles que receberam apenas ração padrão. No entanto, quando avaliados os animais alérgicos tratados ou não com ômega-3 foi possível observar que a mediana de leucócitos foi maior nos animais que não receberam ração acrescida com ômega-3. Os resultados encontrados indicam que o óleo de peixe pode influenciar em determinados parâmetros hematológicos como na concentração leucocitária. Dessa forma, embora a literatura esteja repleta de estudos inconsistentes, é possível que os ácidos graxos poli-insaturados ômega-3 possam afetar a função da maioria das células imunes, além das contagens hematológicas. Pois como elucidado nesse estudo, a ingestão alimentar deste tipo de ácido graxo modula uma série de eventos envolvidos nos processos alérgicos.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Evania Silva (evania.silva@uniceub.br) on 2015-10-06T20:14:03Z No. of bitstreams: 1 Larissa Fernanda Melo Vasconcelos.doc: 1775104 bytes, checksum: c2b965eb2a3bca1422b9631b8d25970e (MD5)en
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dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectÁcidos graxos poliinsaturadospt_BR
dc.subjectÔmega-3pt_BR
dc.subjectEicosanoidept_BR
dc.subjectInflamação alérgicapt_BR
dc.subjectAlergia alimentarpt_BR
dc.titleEfeito do Ômega-3 na alergia alimentar em camundongos, modelo de curto prazo experimentalpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.date.criacao2012-
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