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dc.contributor.advisorFreitas Filho, Roberto-
dc.contributor.authorBarreto, Cinara Sampaio-
dc.date.accessioned2016-05-05T18:46:09Z-
dc.date.available2016-05-05T18:46:09Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationBARRETO, Cinara Sampaio. As falácias da argumentação jurídica pautada no princípio da dignidade da pessoa humana na Suprema Corte. 2015. 77 f. Monografia (Graduação em Direito) - Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/235/8596-
dc.description.abstractA utilização constante do princípio da dignidade da pessoa humana como fundamento dos votos dos ministros do Supremo Tribunal Federal – STF conduziu à reflexão sobre o uso de expressões avaliatórias nos discursos jurídicos. Neste sentido, o objetivo desta pesquisa é verificar como os ministros do STF lidam com o princípio da dignidade humana em seus votos, se estabelecem critérios racionais de decidibilidade e se há nos votos alguma uma preocupação com a estabilidade semântica dessa expressão. Para realizar esta análise, foi feita uma pesquisa no sítio do STF com a palavra-chave “dignidade humana” para selecionar as decisões e em seguida os dados foram tabulados com as informações essenciais sobre cada uma delas no intuito de verificar como essa expressão é abordada nos votos proferidos. Toda esta atividade de análise e reflexão tem como suporte metodológico a MAD – Método de Análise das Decisões. Já a abordagem jusfilosófica, no que diz respeito à argumentação jurídica será trazida à discussão as principais ideias de Atienza, Alexy bem como as contribuições de Dworkin no que refere-se tanto a distinção entre regras e princípios como o poder discricionário dos magistrados e a importância do romance em cadeia para o ordenamento jurídico atual. Como complementação dessa discussão será abordado o prescritivismo universal de Richard Hare que auxilia na compreensão e contribui significativamente para elaboração de decisões judiciais racionais e coerentes, trazendo como elementos essenciais a universalizabilidade e a prescritividade. Portanto, da análise dos votos, é possível concluir que embora haja uma preocupação em reconhecer a importância do princípio da dignidade humana e a necessidade de uma delimitação deste princípio, apenas reduzem-se a citá-la, como mero argumento de autoridade. Assim, o uso desmoderado de princípios de abrangência tamanha sem a devida estabilidade semântica do termo, gera insegurança jurídica o que compromete não só a decisão no caso concreto, mas todo o ordenamento jurídico.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Maria Fernanda Mascarenhas Melis (maria.melis@uniceub.br) on 2016-05-05T18:45:57Z No. of bitstreams: 1 21127252.pdf: 713310 bytes, checksum: 280721b71338de35f1f05dbebfbe5fd2 (MD5)en
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dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDignidade da pessoa humanapt_BR
dc.subjectArgumentação jurídicapt_BR
dc.subjectPrescritivismo universalpt_BR
dc.subjectMetodologia de análise da decisãopt_BR
dc.subjectSilogismo jurídicopt_BR
dc.titleAs falácias da argumentação jurídica pautada no princípio da dignidade da pessoa humana na Suprema Cortept_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dc.date.criacao2015-
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