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dc.contributor.advisorBessa, Leonardo Roscoe-
dc.contributor.authorTaquary, Catharina Orbage de Britto-
dc.date.accessioned2016-07-25T11:52:12Z-
dc.date.available2016-07-25T11:52:12Z-
dc.date.issued2016-05-06-
dc.identifier.citationTAQUARY, Catharina Orbage de Britto. A boa fé no código civil: análise crítica das decisões do Superior Tribunal de Justiça após 2002. 2014. 244 f. Dissertação (Mestrado) - Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/235/8653-
dc.description.abstractA presente dissertação objetiva uma análise sobre a boa fé, sua incorporação como princípio, bem como aspectos intrínsecos à sua formação e absorção pela legislação civilista brasileira. A ideia de elaborar um trabalho sobre a boa fé surge há quase cinco anos, ocasião em que foi elaborado um profundo estudo sobre sua acepção por Marco Túlio Cícero. Desde então a boa fé se tornou um estudo cotidiano e inerente aos possíveis argumentos e trabalhos exercidos. Nesta dissertação a busca é demonstrar a evolução do princípio a partir da doutrina Alemã, Argentina e Brasileira de forma clara e objetiva para o leitor em quais aspectos é observada a aplicação da boa fé objetiva no Código Civil Brasileiro, o qual traz na reforma e alteração de 2002 a incorporação deste princípio. Deste modo, trata-se da análise da boa fé como princípio e deveres que estão presentes no que tange ao Direito Privado. A elaboração deste trabalho é oriunda do Direito Privado, uma vez que traz em suas raízes estudos e demonstrações sobre como surge e de que modo deve ser analisado. O problema teórico é pautado na reformulação da boa fé como princípio, motivo pelo qual o ordenamento jurídico não apresenta de forma clara quando e de que forma isso implica deveres intrínsecos e extrínsecos da boa fé. Apresenta-se, portanto, um estudo aprofundado sobre a boa fé em seus aspectos evolutivos para se tornar um princípio, além de seus desenvolvimentos entre aspectos conceituais, qualificativos e aplicativos. Isso significa apresentar o conceito jurídico individual de boa fé, sua perspectiva como qualificação jurídica, suas aplicações pelo Poder Legislativo, Judiciário e Executivo, e a reforma e alteração da boa fé com o Código Civil de 2002, o qual incorporou a boa fé como princípio basilar da atuação entre as partes em qualquer tipo de negócio jurídicopt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Haia Cristina Rebouças de Almeida (haia.almeida@uniceub.br) on 2016-05-06T12:47:47Z No. of bitstreams: 1 61350041.pdf: 2082790 bytes, checksum: a386f8d1a1a0613e6140351d947fad6a (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Maria Fernanda Mascarenhas Melis (maria.melis@uniceub.br) on 2016-07-25T11:52:12Z (GMT) No. of bitstreams: 1 61350041.pdf: 2082790 bytes, checksum: a386f8d1a1a0613e6140351d947fad6a (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-07-25T11:52:12Z (GMT). No. of bitstreams: 1 61350041.pdf: 2082790 bytes, checksum: a386f8d1a1a0613e6140351d947fad6a (MD5) Previous issue date: 2016-05-06en
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectBoa-fé objetivapt_BR
dc.subjectCódigo Civilpt_BR
dc.subjectSuperior Tribunal de Justiçapt_BR
dc.titleA boa fé no Código Civil: análise crítica das decisões do Superior Tribunal de Justiça após 2002pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.date.criacao2014-12-
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