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https://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/prefix/18109Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | Lima, Lucas de Pádua Carvalho Mendes | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-30T12:36:14Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-30T12:36:14Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | - |
| dc.identifier.citation | LIMA, Lucas de Pádua Carvalho Mendes. Desafios e perspectivas da judicialização da saúde: concessão judicial de medicamentos no contexto brasileiro. Revista de Egressos e Acadêmicos de Direito do Centro Universitário de Brasília: READ, Brasília, v. 1, n. 1, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/jspui/handle/prefix/18109 | - |
| dc.description.abstract | O presente artigo elenca reflexões acerca do crescimento da “judicialização da saúde” no ordenamento jurídico brasileiro contemporâneo. Utilizando o método dedutivo, com pesquisa bibliográfica que engloba obras literárias, artigos científicos, dados estatísticos e julgados dos Tribunais Superiores, o estudo visa observar os principais desafios e consequências do fenômeno da “judicialização da saúde” no cenário pátrio, especialmente no que tange ao fornecimento de medicamentos não listados nos atos normativos do Sistema Único de Saúde - SUS, por intermédio do Poder Judiciário. O embate entre a busca do enfermo pelo auxílio do Poder Judiciário e o conflito entre direitos individuais e coletivos são aspectos fulcrais deste panorama jurídico. De um lado, a proteção ao direito fundamental individual à saúde do indivíduo; de outro, discute-se sobre uma possível forma de conciliação entre direitos individuais e coletivos envolvidos. Em uma verificação objetiva, observa-se que a concessão judicial de medicamentos, com ou sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, pelos Tribunais superiores têm possibilitado o atendimento às demandas individuais sem que isso prejudique os recursos destinados à saúde coletiva. No entanto, o Poder Judiciário deve apresentar cautela para evitar decisões injustas e garantir a devida efetivação dos direitos fundamentais à vida e à saúde. Isso significa observar o mínimo existencial para a vida do cidadão sem violar a reserva do possível. | pt_BR |
| dc.description.provenance | Submitted by Valéria Santos (valeria.santos@uniceub.br) on 2026-06-30T12:36:14Z No. of bitstreams: 1 29.pdf: 329745 bytes, checksum: 65c1ac35b53818d08169a1a46a77e4ae (MD5) | en |
| dc.description.provenance | Made available in DSpace on 2026-06-30T12:36:14Z (GMT). No. of bitstreams: 1 29.pdf: 329745 bytes, checksum: 65c1ac35b53818d08169a1a46a77e4ae (MD5) Previous issue date: 2026 | en |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Judicialização da saúde | pt_BR |
| dc.subject | Medicamentos de alto custo | pt_BR |
| dc.subject | Reserva do possível | pt_BR |
| dc.subject | Mínimo existencial | pt_BR |
| dc.title | Desafios e perspectivas da judicialização da saúde: concessão judicial de medicamentos no contexto brasileiro | pt_BR |
| dc.type | Artigo | pt_BR |
| dc.date.criacao | 2026 | - |
| Appears in Collections: | Revista de Egressos e Acadêmicos de Direito do Centro Universitário de Brasília - V.1 - N.1 - 2026 | |
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