A fragilidade dos laços afetivos na pós-modernidade

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A pós-modernidade é caracterizada pela proeminência da velocidade, do reinado da moda e do consumo, emergindo a coisificação do sujeito que é tratado como mercadoria passível de ser escolhida e trocada a qualquer momento. Desta forma, evidencia-se o narcisismo hedonista como uma nova perspectiva do individualismo que tem como prerrogativa a satisfação individual e, por conseguinte, o foco em si mesmo, suscitando certa superficialidade nos laços humanos. Apesar disso, os vínculos afetivos permanecem sendo importantes mesmo que não sejam cultivados e não sejam o foco dos sujeitos hipermodernos. Diante disto, o relacionamento se transformou numa questão de troca, ou seja, consumimos a relação com o outro enquanto houver satisfação. Neste trabalho, há reflexões acerca do amor, haja vista as limitações que as pessoas têm em cultivar tal sentimento pouco visto atualmente devido à dificuldade em se relacionar e em estar disponível ao outro. O trabalho também trata da relação entre amor, sofrimento e o medo de suas possíveis consequências.

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SANTOS, Wesley Correia. A fragilidade dos laços afetivos na pós-modernidade. 2008. 43 f. Monografia (Graduação em Psicologia) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2008.

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