Meios de prova na ação de investigação de paternidade e consequências da presunção por negativa ao exame de DNA: uma análise do prisma socioafetivo
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O Direito de Família altera-se constantemente no ordenamento
jurídico brasileiro, em decorrência da aplicação oportuna dos princípios
fundamentais da Constituição Federal de 1988 e especialmente em virtude do
princípio da socioafetividade do Direito Civil, o qual indica à Carta Magna como
proceder, com o intuito de que todos os indivíduos sejam tratados de maneira
igualitária, fazendo com que a família socioafetiva tenha uma relevância tão
importante quanto a família biológica, sem qualquer distinção ou discriminação.
Desse modo, foi abordada na presente monografia a ação de investigação de
paternidade, bem como os meios de prova admitidos e as consequências jurídicas
da presunção de paternidade em decorrência da negativa em se produzir o exame
pericial de DNA, que de tão importante na atualidade praticamente inviabiliza o
exercício de defesa por parte do investigado, às vezes até ferindo os princípios
constitucionais do contraditório e da ampla defesa, o que o torna elevadamente
polêmico e controverso na doutrina e jurisprudência brasileira.