Representação docente sobre o TDAH: uma análise a partir da teoria da subjetividade

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O ambiente escolar tem uma visão unidimensional do aprender, logo, comportamentos que destoam do padrão incomodam e devem ser ajustados no processo de aprendizagem. O problema, no entanto, é como o aluno perde sua singularidade, sendo diagnosticado e submetido ao uso de drogas medicamentosas na tentativa de adequar o discente as normas institucionais, dessa forma, gerando um alívio aos autores envolvidos. Para tanto, esse estudo através da Teoria da Subjetividade embasada na metodologia de caráter construtivo-interpretativo de González Rey tem como proposta compreender as representações de um docente sobre o uso de psicofármacos para o diagnóstico de TDAH e seu impacto na aprendizagem do aluno. A participante desta pesquisa foi uma professora do ensino fundamental das séries inicias de uma escola particular em Brasília, que leciona atualmente para alunos com o diagnóstico de TDAH. Os instrumentos utilizados neste estudo foram a dinâmica conversacional e complemento de frases. O estudo tratou sobre as representações de uma docente sobre o diagnóstico de TDAH, o resultado desta pesquisa mostra crenças que transitam em padrões hegemônicos de conduta, cujo foco consiste em corrigir e enquadrar o aluno a um ritmo de processo de aprendizagem.

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NUNES, Bárbara Luisi Diniz. Representação docente sobre o TDAH: uma análise a partir da teoria da subjetividade. 2016. 52 f. Monografia (Graduação) - Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário Brasília, Brasília, 2016.

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