A influência da Cocaína no crescimento e desenvolvimento fetal e neonatal

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Introdução: Pesquisas científicas evidenciam uma associação entre a ingestão de cocaína por gestantes e nutrizes, e a má formação fetal. Objetivo: O estudo tem como objetivo analisar as evidências científicas que sustentam a hipótese de que o uso de cocaína pode ser prejudicial ao desenvolvimento infantil. Método: O estudo consiste em uma revisão de literatura baseada em artigos científicos buscados nas bases de dados Bireme, Lilacs, Pubmed, Scielo e Google acadêmico, por meio das palavras-chaves Gestação; Lactação; Cocaína e Desenvolvimento Fetal. Foram encontrados 64 artigos relacionados ao tema e destes, foram selecionados 8 para compilação dos principais resultados. Resultados: A ação da cocaína no sistema nervoso central materno poderá ocasionar graves comprometimentos, tais como deslocamento prematuro da placenta, trabalho de parto prematuro, abortamento espontâneo, redução do fluxo placentário. O feto também poderá ser acometido por repercussões quanto ao crescimento e oxigenação, possibilitando hemorragias intracranianas bem como, consequências pós-parto, taquicardia, hipertensão, arritmias e infarto. Conclusão: A partir da análise dos resultados, sugere-se políticas públicas de acompanhamento e tratamento de gestantes e lactantes usuárias de cocaína. Além disso, mais estudos experimentais são necessários para avaliar possíveis intervenções nutricionais que possam melhorar aspectos de saúde deste público.

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