Logística organizacional dos aeroportos nacionais: problemas e expectativas de melhoras
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O trabalho faz um apanhado dos problemas que ocorrem nos aeroportos brasileiros,
frente aos megaeventos que se aproximam em 2013 e 2014, Copa das Confederações
e Copa do Mundo, respectivamente. Tais problemas revelam uma crise crônica, que em
nada sugere que venha a melhorar no prazo estipulado para receber um grande fluxo
de pessoas, como está previsto nos anos referidos. As principais causas, sob uma
visão logística e organizacional, estaria na ineficácia de diálogos entre as esferas
governamentais e o Estado para que promovam ações planejadas que venham a
corrigir os desvios que insistem em produzir um atendimento precário. As reclamações
de passageiros acumulam-se, e clama-se para que o quadro realístico mude
urgentemente para que não se coloque em risco o sucesso dos eventos esportivos que
o país vai sediar até 2016. Caos, medo e a incerteza que dominam o setor aéreo são
resultado de uma série de problemas interligados. Os recursos da área são mal
administrados; os aeroportos não têm estrutura para atender a atual demanda, não é
difícil supor que os problemas possam dobrar, triplicar nos eventos citados. Certo é que
prevalece a falta de bom senso e as normas que contrariam a realidade, levam ao caos
terrestre entre funcionários, passageiros, e familiares. O objetivo do trabalho é o de
identificar as principais causas que promovem ou contribuem para o caos aéreo, mas
sob a perspectiva de apresentar soluções técnicas – de logística organizacional sob o
enfoque da comunicação -, para os aeroportos que vivem tais problemas. A conclusão
é que o Brasil tem capacidade para tais recepções, mas que precisa de plano
estratégico – plano aeroportuário, de forma séria e consistente em suas ações.