Sífilis Congênita no Brasil: cenàrio de 2006 á 2018

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A Sífilis Congênita (SC) é uma infecção crônica sistêmica de grande relevância. Diante de seu aumento nos últimos anos no Brasil, este estudo objetivou estimar o quantitativo de casos diagnosticados no período entre 2006 a 2018, com o intuito de determinar o perfil epidemiológico da população acometida. De caráter epidemiológico, descritivo e quantitativo, sendo os dados obtidos no Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN). Durante a análise dos dados foi identificado 170.546 casos com média e desvio-padrão (13.118,9 ± 8.141,6). Em 2017 registrou-se a maior preponderância com 14,8% (n=25.294). Tendo a região sudeste (SE) o maior predomínio de casos 42,7% (n=72.877). Entre as Unidades Federativas (UF), o RJ registrou o maior número 17,1% (n=29.198). Dentre as características epidemiológicas analisadas 95% (n=162.389) das crianças possuíam faixa etária de até 6 dias de vida, 78,5% (n=133.959) das mães haviam realizado pré-natal (PN) possuindo até 8 anos de estudo 24,2% (n=41.283) e 60,1% (n=162.552) dos parceiros não realizaram tratamento. Palavras-chave: Sífilis Congênita, Assistência pré-natal e epidemiologia.

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MELO, Eliamara Maria Feitosa da Silva. Sífilis Congênita no Brasil: cenàrio de 2006 á 2018. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2019.

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