Aplicação dos anticorpos monoclonais na biotecnologia
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Os anticorpos são moléculas glicoproteínas plasmáticas relacionadas com a imunidade adaptativa. Com a tecnologia de hibridomas desenvolvida em 1975 por Köhler e Milstein ocorreu a descoberta de produção de anticorpos monoclonais, moléculas quimicamente idênticas com alta especificidade podendo ser aplicados na produção de fármacos. O primeiro anticorpo monoclonal por ser murino causou alta imunogenicidade fazendo com que nas últimas décadas fossem desenvolvidos tecnologias para produção de anticorpos menos imunogênicos. Desta forma o objetivo deste trabalho foi descrever o potencial de uso dos anticorpos monoclonais nas aplicações biotecnológicas. Trata-se de um estudo de revisão narrativa realizada nas bases bibliográficas eletrônicas, Bireme, PubMed e Scielo. Conclui-se que por ser altamente específico se torna um excelente reagente imunobiológico, e com a diminuição da imunogenicidade através da produção de anticorpos monoclonais quiméricos, humanizados e humanos pelas técnicas biotecnológicas se tornam ótimos biofármacos por possuírem afinidade, alta especificidade e baixa toxicidade em comparação às drogas tradicionais.
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COSTA, Aline Silva da. Aplicação dos anticorpos monoclonais na biotecnologia. 2019. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Biomedicina) – Faculdade de Ciências da Educação e Saúde, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2019.