A independência da mulher: feminismo, igualdade de gênero e Teoria Queer

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O objetivo deste artigo é demonstrar que a mulher sempre foi discriminada através dos tempos, o que é comprovadamente notório no contexto histórico do Brasil. Por ser uma sociedade patriarcal, as mulheres, por séculos, foram tratadas como incapazes e colocadas numa situação de submissão ao homem. Com relação a este problema de discriminação da mulher, veio se buscando, através das mudanças históricas no nosso País e de movimentos como o feminismo, a luta pela igualdade de gênero, a mudança de aceitação da sociedade buscando a equidade, mediante a concessão de garantias sociais e fundamentais, em que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, com regras de igualdade que proíbam qualquer tipo de distinção. Por meio de meio de políticas públicas e educacionais de proteção aos direitos da mulher e seguindo os conceitos atuais sobre teorias feministas e teoria queer, na luta pela igualdade e reconhecimento de gênero, é possível propor um mapeamento que sirva como base para exame de legislação e das decisões que se referem à igualdade de gênero e que possam ser instrumento de emancipação e equalização, como ferramenta para compreensão e crítica do fenômeno jurídico, do papel da mulher, em que o direito não atenda a interesses masculinos e que se observem os limites das leis, para que estas não sejam antidiscriminatórias e identitárias, e tragam uma reflexão sobre a perspectiva da desconstrução da diferença de gênero, no estudo de identidades sociais e minoritárias em um contexto de poder, auto-definição e justiça social.

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