Admissibilidade das provas ilícitas por derivação: uma análise crítica das exceções no processo penal brasileiro
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O presente artigo tem como objetivo principal analisar as exceções à
inadmissibilidade das provas ilícitas por derivação no processo penal brasileiro. A pesquisa
visa aprofundar a compreensão desse instituto, com fundamento no artigo 5º, inciso LVI, da
Constituição Federal, e no artigo 157 do Código de Processo Penal. Para tanto, examina as
diferentes correntes doutrinárias sobre a admissibilidade das provas derivadas, com base na
legislação vigente e na jurisprudência dos tribunais superiores. Adotando os métodos indutivo
e dedutivo, o estudo oferece uma abordagem crítica sobre a excessiva subjetividade com que
o tema é tratado pelos aplicadores do direito, especialmente diante da ausência de critérios
objetivos para determinar a ilicitude da prova derivada e da controvérsia quanto à atuação do
magistrado que tenha tido acesso a provas inadmissíveis. Conclui-se que, diante do
conhecimento de prova ilícita, a postura mais coerente seria o juiz declarar-se impedido de
atuar no processo. Ressalta-se, por fim, a necessidade de aprimoramento da jurisprudência,
sobretudo nos tribunais superiores, com vistas a assegurar maior segurança jurídica e mitigar
decisões marcadas por subjetivismo.
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ALCURI, Melissa Avelino. Admissibilidade das provas ilícitas por derivação: uma análise crítica das exceções no processo penal brasileiro. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Direito) – Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Centro Universitário de Brasília, Brasília, 2025.