Lições de guerra: a batalha jornalística do repórter Carlos Fino
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Desde o início da Guerra do Iraque, em 2003, os jornalistas estão novamente
sob o fogo cruzado dos conflitos mundiais. O alto número de repórteres mortos e a
manipulação de informações colocaram sob alerta vermelho as organizações de
defesa do jornalismo. O correspondente de guerra Carlos Fino mostra que apesar
deste quadro ainda é possível realizar uma cobertura com distanciamento crítico e
objetividade. Para isso é necessário conhecer os elementos que compõem a
cobertura de uma guerra e reavaliar os conceitos chaves da profissão, como a
própria objetividade. Jornalistas mortos não escrevem notícias. E sem informação, a
violência das guerras permanece oculta. Não se pode abrir mão dos
correspondentes de guerra.