Lições de guerra: a batalha jornalística do repórter Carlos Fino

dc.contributor.advisorFerreira, Luiz Cláudiopt_BR
dc.contributor.authorRecena, Diegopt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T15:08:47Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:09:28Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T15:08:47Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:09:28Z
dc.date.criacao2006-01pt_BR
dc.date.issued2006-01pt_BR
dc.description.abstractDesde o início da Guerra do Iraque, em 2003, os jornalistas estão novamente sob o fogo cruzado dos conflitos mundiais. O alto número de repórteres mortos e a manipulação de informações colocaram sob alerta vermelho as organizações de defesa do jornalismo. O correspondente de guerra Carlos Fino mostra que apesar deste quadro ainda é possível realizar uma cobertura com distanciamento crítico e objetividade. Para isso é necessário conhecer os elementos que compõem a cobertura de uma guerra e reavaliar os conceitos chaves da profissão, como a própria objetividade. Jornalistas mortos não escrevem notícias. E sem informação, a violência das guerras permanece oculta. Não se pode abrir mão dos correspondentes de guerra.
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/1344
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCorrespondente de guerra
dc.subjectJornalismo
dc.subjectDemocracia
dc.titleLições de guerra: a batalha jornalística do repórter Carlos Finopt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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