Por uma reflexão da formação em psicologia: a produtividade da graduação improdutiva

dc.contributor.advisorRey, Fernando Luis Gonzalezpt_BR
dc.contributor.authorRodrigues, Francisco Neylon de Souzapt_BR
dc.date.accessioned2012-10-23pt_BR
dc.date.accessioned2012-10-30T18:08:20Zen_US
dc.date.accessioned2013-05-09T20:57:07Z
dc.date.available2012-10-23pt_BR
dc.date.available2012-10-30T18:08:20Zen_US
dc.date.available2013-05-09T20:57:07Z
dc.date.criacao2009-11pt_BR
dc.date.issued2009-11pt_BR
dc.description.abstractEste trabalho apresenta como tema o processo histórico da profissionalização do psicólogo brasileiro no final da década de 60 e como o pensamento reformista dos educadores e intelectuais que nortearam a validação desse campo estava embasado pela Teoria do Capital Humano, desenvolvida pelo norte-americano Theodore Shultz. A Teoria da Subjetividade elaborada por Gonzalez Rey foi o espaço de diálogo teórico que auxiliou no tecido desse trabalho, por proporcionar um pensamento ativo, contraditório e que não procura esgotar o tema, mas sim levantar categorias para a reflexão. Assim, o objetivo do trabalho é compreender como que as concepções ideológicas da Teoria do Capital Humano, de certa forma, ainda configuram nos alunos de psicologia sentidos subjetivos para uma educação sem sujeito, sem emocionalidade. Centrando-se, portanto, apenas na aquisição de técnicas e procedimentos enviesados para uma prática profissional engessada, um modelo, sem gerar sentido subjetivo para aquilo que se aprende. Algumas das conseqüências de um ensino sem a produção de sentido subjetivo pelo aluno seriam as reproduções dos conteúdos escolares e teóricos, uma aprendizagem formal, memorística, um procedimento dedutivo em relação aos problemas sociais e um descompromisso com a realidade social do Brasil, por exemplo. Esclarecemos que o aprendizado do discente do ensino superior não se limita apenas a escola, pois o que se aprende gera reflexões para toda a dinâmica complexa da vida de cada um. Portanto, a escola ao favorecer um ensino reprodutor e bancária, focado apenas na formação profissionalizante, contribui para que o modo de vida de cada pessoa também perpasse essas características maquínicas. Assim, recorremos a Pesquisa Epistemológica Qualitativa como instrumento construtor de reflexões durante a caminhada da pesquisa. A pesquisa foi realizada com alunos do 8º semestre do curso de Psicologia, de uma Instituição de Ensino Particular de Brasília. Foram entregues dois estudos de casos e os alunos abordariam os procedimentos como se já estivessem atuando como profissional da área psicologia. A preocupação durante a pesquisa era de que o instrumento favorecesse a expressão do sujeito em relação a sua formação profissional, bem como a forma que eles construíam as reflexões utilizando as concepções teóricas e práticas aprendidas no curso de Psicologia. Portanto, esse trabalho convida todos os agentes escolares que compõem os cursos de psicologia para refletirem sobre o processo de ensino-aprendizagem e o que eles estão produzindo para a sociedade e para o mercado de trabalho.
dc.identifier.uri https://repositorio.uniceub.br/handle/123456789/2664
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectTeoria do capital humano
dc.subjectTeoria da subjetividade
dc.subjectSujeito que aprende
dc.titlePor uma reflexão da formação em psicologia: a produtividade da graduação improdutivapt_BR
dc.typeTCCpt_BR

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