Onde está o pai nosso? Subjetivação e religiosidade
| dc.contributor.author | Costa, Rodrigo Marques | |
| dc.date.accessioned | 2016-02-26T13:34:48Z | |
| dc.date.available | 2016-02-26T13:34:48Z | |
| dc.date.criacao | 2016-02-26 | |
| dc.date.issued | 2013 | |
| dc.description.abstract | A constituição da subjetividade passa por dois processos significativos: a formação do eu ideal (vinculada ao estádio do espelho) e a do ideal do eu (relacionada ao complexo de castração). Tanto Freud quanto Lacan preocuparam-se fortemente com a formação do eu. O que diferencia este último é o avanço que faz no que tange à função do Nome-do-Pai. Um atravessar teórico, mas com consequências grandiosas. A função paterna está estritamente relacionada à vivência religiosa. Em Freud, Deus é o Pai elevado às alturas. Em Lacan, Deus é Real. E se Freud procura salvar o Pai, Lacan, especialmente após sua expulsão da relação de analistas didatas da Sociedade Francesa de Psicanálise, destitui-o de sua função simbólica. No que tange à religião, Freud previu o seu fim na medida do avanço da ciência. Lacan, por sua vez, previu o seu triunfo. Este estudo tem por objetivo delinear esses processos e suas construções, a saber, a formação da subjetividade e a vivência religiosa, a partir da incidência da função e do Nome do Pai, com base nas teorias de Freud e Lacan, bem como verificar como eles operam na atualidade. Conclui-se que, na sociedade contemporânea, a lógica da subjetivação é organizada perversamente pelo discurso capitalista e o mal-estar, no que tange à religiosidade, é vivenciado pelo fundamentalismo religioso. Este, aliás, é estritamente adequado ao imperativo categórico daquele (compre e goze). | pt_BR |
| dc.identifier.orientador | Ciomara Schneider | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.uniceub.br/handle/235/8165 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Psicanálise | pt_BR |
| dc.subject | Subjetividade | pt_BR |
| dc.subject | Religião | pt_BR |
| dc.subject | Nome do Pai | pt_BR |
| dc.title | Onde está o pai nosso? Subjetivação e religiosidade | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |