Repositório Institucional do Centro Universitário de Brasília

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Recent Submissions

  • Item type:Item,
    A felicidade como direito para o desenvolvimento econômico: políticas públicas de distribuição de renda, desenvolvimento humano e indicadores da felicidade no Brasil
    (2026)
    Santos, Karina Inêz dos
    Definir o que é felicidade tem sido um grande desafio em diversas áreas do conhecimento. Tanto no direito, como na filosofia e na psicologia são encontradas muitas definições sobre o tema, e cada uma delas traz consigo uma finalidade distinta. Neste trabalho será adotada a definição de felicidade objetiva (indicadores externos e verificáveis das condições de vida que favorecem o bem-estar humano) que mais se aproxima do objetivo deste trabalho de estabelecer regras para políticas públicas que promovam o bem-estar integral da população. Nesse sentido, o trabalho tem como objetivo principal explorar a importância da felicidade como critério para políticas públicas de desenvolvimento econômico no Brasil. Além disso, tem como objetivo específico, demonstrar a existência do direito à felicidade no ordenamento jurídico brasileiro, bem como constatar a viabilidade de sua aplicação no Brasil por meio de instrumentos normativos existentes. Assim como, apresentar síntese propositiva com diretrizes que possibilite a incorporação de políticas públicas orientadas pelo direito à felicidade. Para tanto, foi utilizado o método bibliográfico, complementado por uma abordagem qualitativa para a análise do arcabouço jurídico, doutrinário e teórico relacionado ao tema. Ademais, foram apresentadas tabelas e quadros contendo dados quantitativos sobre indicadores de felicidade, a fim de articular as análises qualitativas com evidências empíricas e mensurar de forma mais objetiva as condições de bem-estar estudadas. Também foi apresentado estudo de caso no direito comparado no qual a premissa da felicidade logrou êxito como critério para políticas públicas. Assim, a pesquisa se propõe a responder a pergunta: Como o direito à felicidade, reconhecido implicitamente pela jurisprudência brasileira, pode fundamentar políticas públicas redistributivas orientadas por indicadores de bem-estar social? E tem como hipótese a premissa de que a concretização da felicidade está intrinsecamente atrelada às condições materiais (compreendidas como capacidades e funcionamentos, por Amartya Sen) que um indivíduo tem acesso à medida que progride na hierarquia das necessidades humanas (proposta por Abraham Maslow), de modo que fatores como saúde, segurança, relações sociais e bem-estar devem ser incorporados como parâmetros normativos na formulação de políticas públicas, a fim de promover igualdade substancial de oportunidades e mitigar processos estruturalmente concentradores de riqueza incompatíveis com a dignidade da pessoa humana. Contudo, para que a felicidade constitua-se como critério no ciclo de progresso econômico, há necessidade de investimentos em estratégias de políticas públicas para concretização do direito à felicidade. Como resultado foi observado que a felicidade é capaz de aumentar a satisfação e o bem-estar dos cidadãos, resultando em maior desenvolvimento econômico para o país. Além de propiciar maior distribuição de renda entre as classes sociais de uma sociedade, por meio da conscientização dos humanos em relação as suas limitações, sejam elas biológicas e físicas, cognitivas e racionais, sociais e relacionais econômicas ou institucionais. E a conclusão principal do trabalho foi o reconhecimento da felicidade como elemento fundamental para implementação de políticas públicas que promovam o bem-estar integral da população. Além disso, concluiu-se que a felicidade pode ser utilizada como critério para distribuição de renda, indicando como a riqueza pode ser compartilhada entre as diferentes camadas da população, resultando na redução das desigualdades econômicas.
  • Item type:Item,
    Como esquecer em uma era que insiste em não apagar?: uma análise empírica do direito ao esquecimento nos tribunais brasileiros
    (2026)
    Coimbra , Isadora Silvestre
    A expansão das tecnologias digitais e a consolidação de uma memória informacional potencialmente permanente intensificaram os conflitos entre liberdade de expressão, direito à informação e proteção dos direitos da personalidade. Nesse contexto, o direito ao esquecimento emerge como categoria jurídica controversa, voltada a enfrentar situações em que a reativação de informações pretéritas, embora verídicas e lícitas, produz impactos desproporcionais à honra, à imagem, à privacidade e à identidade pessoal. No ordenamento jurídico brasileiro, a ausência de legislação específica conduziu à construção predominantemente jurisprudencial do instituto. O julgamento do Tema de Repercussão Geral nº 786 pelo Supremo Tribunal Federal, ao afastar a existência de um direito ao esquecimento entendido como prerrogativa geral de impedir a divulgação de fatos lícitos, não suprimiu o problema jurídico, mas redefiniu seus contornos, permitindo sua operacionalização indireta por meio de categorias como abuso de direito, descontextualização, ausência de interesse público atual, sensacionalismo e revitimização. A pesquisa investiga em que medida o direito ao esquecimento subsiste funcionalmente na prática jurisdicional brasileira, partindo da hipótese de que, apesar da negativa formal do STF, o fenômeno persiste por meio de uma mutação argumentativa e semântica. Metodologicamente, adota-se abordagem qualitativa e quantitativa, com revisão bibliográfica, análise documental e aplicação da Metodologia de Análise de Decisões a acórdãos proferidos até outubro de 2025. Conclui-se que, embora rejeitado como direito autônomo, o esquecimento permanece operando de forma fragmentada na jurisprudência brasileira, o que evidencia a necessidade de sistematização de critérios interpretativos compatíveis com a Constituição.
  • Item type:Item,
    Dinâmica da luz nos espaços
    (2026)
    Mendonça , Joyce de Araujo (org.)
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    Campante, Giovanna Versiani
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    Nassur, Nicolas Sedelmaier
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    Mendes, Heloísa Bratz
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    Gonçalves, Maria Clara Faustino
  • Item type:Item,
    A luz: conceitos e efeitos
    (2026)
    Mendonça, Joyce de Araújo (org.)
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    Candia, Larissa Alvarenga
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    Formiga, Cecília Campos
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    Semaan, Málake William
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    Naoum, Maria Eduarda Silvestre
    Este e-book nasceu da experiência criada em sala de aula com alunos da disciplina Laboratório de Arquitetura, Som e Luz, do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário de Brasília (CEUB), sob a orientação da arquiteta Prof.ª Mª. Joyce de Araujo Mendonça. Esta atividade é parte integrante do trabalho final do semestre letivo 01/2026, tendo como objeto o estudo do conforto ambiental, sob aspecto do conforto luminoso e acústico. Com o propósito de promover a aprendizagem e a fixação dos conteúdos, normas e medidas relativas ao conforto, este trabalho utilizou o método colaborativo através do trabalho em grupo desenvolvido em sala de aula. A estratégia consistiu em reunir os alunos para, coletivamente, elaborarem compilações e resumos do conteúdo apresentado ao longo da disciplina. O processo de criação coletiva se mostrou responsável pelo aprofundamento do conteúdo e essa metodologia permitiu que os estudantes se dedicassem a temas como: Iluminação: fontes de luz artificial, percepção visual, aberturas laterais e zenitais, aspectos físicos da luz, bem como a aplicação de normas e orientações técnicas; e som: qualidade do som em um ambiente, poluição sonora, comportamento e soluções acústicas e tratamento acústico. O grupo realizou pesquisas e discussões acerca do conteúdo apresentado, envolvendo leitura dos materiais disponibilizados pela docente, consulta a fontes complementares e troca de ideias entre os membros. A interação entre os alunos mostrou-se fundamental para a compreensão dos conceitos. Após a fase de pesquisa, os grupos iniciaram a elaboração de resumos, com a organização das informações de maneira simples, clara e objetiva. Os alunos utilizaram esquemas, gráficos e exemplos práticos para ilustrar os pontos principais, sendo que a inclusão de ilustrações e diagramas foi um facilitador para a compreensão visual dos conteúdos.
  • Item type:Item,
    Luz: introdução ao conforto luminoso
    (2026)
    Mendonça , Joyce de Araújo (org.)
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    Labonde, Ana Luiza
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    Carvalho, Julia
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    Rodrigues, Julia
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    Jacques, Júlia
    Este produto acadêmico é o resultado de um processo colaborativo e engajado desenvolvido pelos alunos da disciplina Laboratório de Arquitetura Som e Luz em 2024 semestre 04, do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário de Brasília (CEUB), sob a orientação da Professora Ma. Joyce de Araujo Mendonça. A atividade, que integra o trabalho final do semestre, teve como foco principal o estudo de espaços residenciais, com ênfase no conforto luminoso no interior das edificações. O objetivo central foi explorar, de forma prática e teórica, os princípios que garantem a qualidade luminosa em ambientes internos, considerando aspectos técnicos, normativos e perceptivos. Para promover uma aprendizagem significativa e a fixação dos conceitos, normas e medidas associadas ao conforto luminoso, foi adotada uma abordagem lúdica, interativa e colaborativa em sala de aula. A estratégia consistiu em reunir a turma para, de forma coletiva, elaborar compilados e resumos dos conteúdos abordados durante a disciplina. Essa metodologia buscou não apenas transmitir conhecimentos, mas também estimular a participação ativa dos estudantes, incentivando a troca de ideias, a criatividade e o trabalho em equipe. O processo de criação coletiva foi organizado em etapas bem definidas. Inicialmente, a turma foi dividida em grupos, e cada um foi responsável por explorar tópicos relacionado ao conforto luminoso. Entre os temas abordados estão: fontes de luz artificial, percepção visual, aberturas laterais e zenitais, aspectos físicos da luz, desempenho luminotécnico e a aplicação de normas e orientações técnicas, como a NBR 15215 (Iluminação Natural) e a NBR ISO/CIE 8995 (Iluminação Artificial).